domingo, 14 de dezembro de 2008

YouTube - getsemani play

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Grupo Louvor e Adoração

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Livros Evangélicos para Download

MAX LUCADO- Aliciando a Bagagem

John Hyde - O Homem que Orava

Flavio Josefo- A História dos Hebreus

Uma Vida de Propósitos

Paixão Pelas Almas

Aventura Teen  Despachado para a China

 MAX LUCADO- Quando Deus Sussurra seu Nome

A Divina Revelação do Inferno

A Divina Revelação do Céu

Daniel Mastral e Isabela Mastral- Filho do Fogo I

Daniel Mastral e Isabela Mastral- Filho do Fogo II

Daniel Mastral e Isabela Mastral- Guerreiros da Luz I

Daniel Mastral e Isabela Mastral- Guerreiros da Luz II

sábado, 29 de novembro de 2008

As Marcas da Vida
Is 49.15,16 ; I Sm 19.10


Todos nós sem distinção somos marcados de uma forma positiva ou negativa todos os dias de nossa vida. Uns guardam marcas profundas de uma vida de sofrimento e dor outros tem lembranças boas e foram marcados para ter uma vida de vitória.

1- A vida marcada no nascimento;

Gn 35.18 – E aconteceu que, saindo-se-lhe a alma ( porque morreu), chamou o seu nome Benoni; mas seu pai o chamou Benjamim.

2- Marcas da Infância ;

II Sm 4.4 – E Jonatas, filho de Saul, tinha um filho aleijado de ambos os pés. Era da idade de cinco anos quando as novas de Saul e Jônatas vieram de Jezreel, e sua ama o tomou, e fugiu; e sucedeu que, apressando-se ela a fugir, ele caiu, e ficou coxo; e o seu nome era Mefibosete.

3- Marcas na Juventude ;

Jó13.26 – Porque escreves contra mim coisas amargas e me fazes herdar as culpas da minha mocidade ?

Sl 129.2 – Muitas vezes me angustiaram desde a minha mocidade; todavia não prevaleceram contra mim.

4- Marcas de relacionamentos passados ;

Jo4.18 – Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.

5- Marcas que ficaram como feridas abertas ;

Pv 20.30 – Os vergões das feridas são a purificação dos maus, como também as pancadas que penetram até o mais intimo do ventre.

Jr 8.21 – Estou quebrantado pela ferida da filha do meu povo; ando de luto; o espanto se apoderou de mim.

Como você quer ser Marcado ?

1- Marcado por Cristo ;

Gl 6.17 – Desde agora ninguém me inquiete, porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus.

2- Marcado pela promessa de Deus ;

Rm 4.20 – E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando Glória a Deus.

3- Marcado para ser Imbatível ;

Rm 8.37 – Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.

4- Marcado pelo sangue de Jesus ;

Ap 5.9 – E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação.

Não viva de marcas do passado, sentimento de culpa, liberte-se libere o perdão descida a viver em uma dimensão da graça de Deus. Não deixe que nada nem ninguém transformem você naquilo que Deus não quer que você seja.





Pb. Wellington Rodrigues
Assembléia de Deus - Yamanashi-Ken

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

No dia 23 de novembro Aconteceu o 10º Aniversário da Igreja Assembléia de Deus em Yamanashi.
Confira as fotos:








quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Subsídio da 6º Lição da Escola Dominical


Lição 6
Título: O Deus que Comanda o Futuro
Leitura Bíblica em Classe: Is 44.6,7; 46.9-13.
Esboço
Introdução
I. Deus, o tempo e o futuro imediato
II. O glorioso futuro da Igreja
III. O tenebroso futuro dos ímpios
Conclusão

Título deste subsídio: O Tempo e o Futuro na Bíblia
Autor: Esdras Costa Bentho (Autor dos livros Hermenêutica Fácil e Descomplicada e A Família no Antigo Testamento: história e sociologia, ambos editados pela CPAD).


Introdução

Nos estudos proféticos é necessário distinguir os principais períodos e tempos de que tratam as Sagradas Escrituras. Ao lermos as páginas do Cânon Sagrado constatamos o uso de uma linguagem tanto histórica quanto profética que discorre sumariamente sobre os tempos, estações, dias, e assim sucessivamente. Muitos dos fatos que ocorrem dentro desses períodos são considerados sinais. Nos estudos proféticos, "sinal" é tudo aquilo que serve de advertência e, que possibilita prever ou reconhecer a aproximação de um acontecimento profético relevante. No grego, o vocábulo sēmeion, traduzido por sinal [não confundir com sēmeron, isto é, "hoje", "neste dia"], tanto pode significar "atos milagrosos", quanto ‘sinalizar um evento profético’ (Mt 12.38; 24.3), podendo, às vezes, os dois sentidos serem combinados (At 2.19,22).
Quando a Escritura fala de "últimos tempos", "últimos dias", "sinais dos tempos", "tempos dos séculos" entre outros, a que se refere? Vejamos inicialmente a problemática apresentada por Jesus em resposta aos seus discípulos em Atos 1.7: "E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder". Antes de sua morte vicária e sacrifical Jesus respondeu aos fariseus em Mateus 16.2: "Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro [...] hipócritas, sabeis diferençar a face do céu e não conheceis os sinais dos tempos?". Em outra ocasião com os seus discípulos, estes lhe perguntaram: "Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?" (Mt 24.3).
Portanto, um resumo e organização dos principais termos e expressões usados nas páginas do Novo Testamento, possibilitará o entendimento sobre o sentido de tempo nas Escrituras.

1. Tempos Proféticos

a) Sinais dos Tempos (sēmeia tōn kairōn)
Mateus 16.3: “E pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis diferençar a face do céu e não conheceis os sinais dos tempos?”.

b) Tempo dos Gentios (kairoi ethnōn)
Lucas 21.24: “E cairão a fio de espada e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.”

c) Últimos Tempos (Hysterois Kairois)
1 Timóteo 4.1: “Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios”.

d) Últimos Dias (Eskhatais hēmerais)
2 Timóteo 3.1: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos”.

e) Tempos da Restauração (Chronōn apokatastaseōs)
Atos 3.21:“o qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio”.

f) Tempos e Estações (Chronōn kai kairōn)
1 Tessalonicenses 5.1:“Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva”. [Dentro do contexto da epístola é provável que ‘tempos’ (chronōn) se refira as etapas escatológicas em geral, enquanto ‘estações’ ou ‘tempos fixados’ (kairōn), a períodos específicos da escatologia referida por toda a epístola].

2. Tempo Histórico

a) Tempos Antigos (geneōn archaiōn)
Atos 15.21: “Porque Moisés, desde os tempos antigos [literalmente gerações antigas], tem em cada cidade quem o pregue e, cada sábado, é lido nas sinagogas”.

b) Tempos Passados (Parōkhēmenais geneais)
Atos 14.16: “o qual, nos tempos passados, deixou andar todos os povos em seus próprios caminhos”.


3. Tempo Salvífico

a) Tempos dos Séculos (Khronōn aiōniōn)
2 Timóteo 1.9: “que nos salvou e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos dos séculos [literalmente ‘tempos eternos’]” (Tt 1.2).

b) Tempos Eternos (Khronois aiōniois)
Romanos 16.25: “Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto”.

c) Tempos do Refrigério (Kairoi anapsykseōs)
Atos 3.19,20: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos [fixados] do refrigério pela presença do Senhor”.

d) Plenitude dos Tempos (Plērōma tou Khronou)
Gálatas 4.4: “mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”. (Ef 1.10)

4. Tempo "A Era Messiânica"

a) Últimos Dias (Eskhatou tōn hēmerōn)
Hebreus 1.1[2]:“Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho”.

b) Últimos Tempos (Eschatou tōn Khronōn)
1 Pedro 1.20:“ o qual, na verdade, em outro tempo, foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado, nestes últimos tempos, por amor de vós”.

5. Tempo Natural

a) Tempos Estações [Frutíferas] (Kairous karpophorous)
Atos 14.17: “contudo, não se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando-vos lá do céu, dando-vos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria o vosso coração”.

b) Tempos Ordenados (Prostetagmenous kairous)
Atos 17.26: “e de um só fez toda a geração dos homens para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos [literalmente ‘posto em ordem os tempos fixados’] já dantes ordenados e os limites da sua habitação”.

c) Tempos Fixados (Kairous)
Gálatas 4.10: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos”.


Um dos sinais proféticos, a apostasia, fora descrita por Paulo em 1 Timóteo 4.1: “Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios”. É necessário observar que últimos tempos nesse contexto, refere-se à palavra profética persuasiva comunicada pelo Espírito Santo. O uso de kairois no lugar de chronos designa um tempo do qual não podemos administrar ou evitar; ele é certo, determinado ou fixado por Deus e infalivelmente ocorrerá. É um tempo que somente Deus tem o controle. Neste caso específico, a apostasia antecederia os últimos dias, ou seja, é um sinal que precede e demarca o final do tempo dos gentios, segundo Lucas 21.24: “E cairão a fio de espada e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.”
Sejamos, pois, atentos aos sinais que Deus estabeleceu como sinalização da aproximação de sua vinda.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Tentando Agradar a Homens: Uma prática cheia de perigos!!


Por George M. Bowman

Aqueles que estão no Ministério logo descobrem que podem conseguir grandes e amigáveis respostas as suas pregações, quando tentam agradar aos homens e mulheres de suas congregações. A. W. Tozer disse: "Nós que testemunhamos e proclamamos o Evangelho, não podemos pensar de nós mesmos como relações públicas enviados para estabelecer a boa vontade entre Cristo e o mundo".
O número de pregadores, evangelistas, e missionários que falam prioritariamente para agradar as pessoas tem aumentado diariamente. Esta prática, no entanto, está cheia de perigos.
O perigo vem quando este esforço de agradar a homens e mulheres os leva a fazerem uma escolha errada: amando "a aprovação dos homens ao invés da aprovação de Deus" ( Jo 12:43). E quando fazem esta escolha errada, correm o risco de desagradarem a Deus.
Em meu julgamento, isto acontece porque eles acreditam que, fazendo assim, irão conseguir encher suas Igrejas mais rápido. Mas, norteando-se pelo que suas audiências desejam ouvir, eles serão obrigados a fazer mudanças que certamente hão de devastar seus ministérios.
A Bíblia sempre adverte os ministros com relação a agradar a homens, e os perigos que envolvem os que assim fazem. Você pode prevenir ou vencer estes problemas em seu ministério, identificando e evitando estes perigos. .
Esteja alerta em não estabelecer objetivos errados.
1. Buscando respeito - Freqüentemente o desejo do pastor de ganhar o respeito e a amizade do povo de sua Igreja ou comunidade é o começo de um ministério que pode desagradar a Deus. Tendo estabelecido estes objetivos, ele terá que diluir a sã doutrina que sustenta a verdade bíblica em equilíbrio.
Por exemplo, para agradar aos incrédulos, ele terá que ter em consideração o que eles gostam e o que não gostam. Isto é perigoso porque a Bíblia diz que eles amam o pecado e odeiam a justiça. Eles não têm interesse em um Deus que os chamará a prestar contas do que têm feito com a vida que Ele Lhes deu.
A fim de ganhar o respeito deles e sua amizade, o pastor terá que apelar à razão humana, emoções e experiência. Isto significa que ele terá de dar um " bypass" na autoridade da Bíblia. O pecador deseja um Deus que ele possa manipular e com o qual possa sentir-se confortável. A fim de agradá-los, o pastor não poderá pregar sobre o infinito, imutável e santo Deus da Bíblia.
Esta é a razão por que muitas Igrejas e missões cujas doutrinas são centradas no homem, têm mudado o conceito bíblico de Deus num deus limitado, mutável e imperfeito. Deus, dizem eles, está caminhando para uma maturação ou em processo de crescimento da mesma forma como os homens estão. Esta visão, logicamente, leva a condenar a doutrina do pecado original, a necessidade de expiação, justiça imputada e a credibilidade de Deus e Sua Palavra.
Em seu livro Batalha dos Deuses, Dr. Robert A. Morey transcreve Alan Gomes, instrutor de teologia histórica do Talbot Schoolof Theology, quando diz que estes falsos conceitos tem penetrado em grupos como Jovens Com uma Missão. Diz Morey, "Gomes cuidadosamente documenta que líderes da JOCUM, tais como Roy Elseth e Gordon Olson ensinam que Deus pode pecar, que não conhece o futuro, não está operando Seu plano no mundo, que Ele não guarda a Sua Palavra e nem cumpre as Suas promessas" (pp. 13-14).
É evidente, que os crentes modernos são como muitos descrentes. Não estão dispostos a ficar para ouvir sermões sobre todo o conselho de Deus. O seu estilo de vida superficial os faz sentirem-se desconfortáveis diante do ensino que expõe seus deslizes e hipocrisias, além de mostrar suas tagarelices como tão malignas como fornicação e assassinato. Eles não podem tolerar um Evangelho que ordena a crentes, salvos pela Graça, a negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e a seguirem a Cristo por um caminho estreito.
Para ganhar o respeito e a amizade deles, o pastor tem que adocicar a doutrina do Evangelho de Cristo. Ele tem que transformá-lo num evangelho centrado no homem de "milagres , curas e riquezas" do "poder do pensamento positivo" e da "mente que domina a matéria".
2. Buscando decisões fáceis - Um pastor irá tentar procurar agradar homens e mulheres, quando pensa que seu poder de persuasão pode produzir um regular crescimento de novos convertidos. Isto é como usurpar a ação divina que envia o Seu Espirito para operar, por meio de um avivamento, o aumento expressivo dos crentes através de genuínas conversões a Cristo. Se um pastor não pode esperar pelo tempo de Deus em matéria de avivamento, e deseja obter muitas "decisões fáceis para Cristo", ele terá que apresentar conversões a Cristo através de processos espúrios, que não requerem nada mais que uma mera decisão, sem contemplar as verdadeiras implicações do que significa seguir a Jesus.
Assim, se ele quer estas decisões fáceis, não poderá enfatizar todas as verdades do Evangelho bíblico. Não terá coragem de dizer que Deus chama crentes para sofrer, que fé sem verdadeiro arrependimento não é fé, que um pecador não poderá ser salvo a menos que confesse Jesus Cristo como seu Senhor, que fé sem obediência é uma fé fingida. Você não encontrará "decisionismo" entre pessoas que sabem que Deus ordena a todos os crentes a "seguirem a santificação sem a qual ninguém verá ao Senhor" (Heb. 12:l4).
O pastor que desejar conversões fáceis terá que fazer o Evangelho atrativo para o homem natural, algo que ele possa gostar neste mundo. Muitos que professam sua fé em Jesus Cristo hoje não mostram nenhuma mudança na sua maneira de viver, porque pregadores, evangelistas e missionários, querem diluir a mensagem a fim de alcançar resultados. Ávidos por registrarem uma estatística de muitas decisões por Cristo, eles têm-se afastado do que requer a Palavra de Deus.
3. Buscando grandes audiências - Um dos maiores problemas do Cristianismo hoje é o grande número de pessoas não convertidas figurando como membros de Igreja. Se um pastor busca o aumento do número de membros de sua Igreja como seu alvo principal, ele terá que utilizar algumas das técnicas de promooção que os grandes centros de entretenimentos usam, a fim de atrair pessoas. Alguns fazem disputas de Escolas Dominicais entre Igrejas. Outros oferecem prêmios para que as pessoas venham aos cultos. Eu ouvi de uma Igreja que escondia notas de dez dólares debaixo do assento do ônibus da Igreja, a fim de atrair as crianças e estimulá-las a virem à Igreja. Usam ainda jantares especiais, shows modernos, e outras formas de entretenimento. Eu não encontro esse tipo de "esperteza" no Novo Testamento. As pessoas que acorriam às reuniões da Igreja primitiva, não esperavam outra coisa exceto perseguição. Crer em Cristo, no tempo apostólico, eqüivalia a assinar sua própria sentença de morte.
Com a diluição da sã doutrina, e a acomodação do Evangelho ao que as pessoas querem, não é de admirar que muitas Igrejas estejam cheias de crentes não salvos.
4. Buscando fugir da controvérsia - Os ministros tentam agradar a homens, procurando fugir da controvérsia. Numa conversa que eu tive com um líder batista canadense, ele descreveu um pastor amigo como um "causador de problemas". Quando eu pedi que me explicasse como um homem de Deus podia ser classificado como um causador de problemas, ele disse.. "ele sempre trás à tona questões de controvérsia".
Como alguém pode pregar o Evangelho e evitar questões de controvérsia? Há um grande conflito entre Deus e os homens, entre a verdade e o erro, entre o bem e o mal. Se um pastor deseja evitar toda controvérsia, ele precisa jogar fora sua Bíblia e dar ao povo uma dieta de sermões adocicados, designados a agradar ao homem natural.
"Eu prego um evangelho positivo!" disse um pastor e "procuro ficar longe de assuntos polêmicos".
Quando perguntado que assuntos polêmicos ele evitava, então respondeu: soberania de Deus, eleição incondicional, expiação limitada e aquelas doutrinas que fazem diferença entre as denominações.
Um ministro evangélico disse que, para evitar controvérsia, ele estava disposto a aceitar em sua Igreja pessoas batizadas e doutrinadas na Igreja Católica Romana.
Cuidado para não perder a aceitação do Senhor
Alguns pastores vêem o agradar aos homens como o aspecto mais importante de seus ministérios. Um pastor costumava ir constantemente aos membros de sua igreja, para perguntar o que eles estavam achando de sua pregação. Ele estava tão ansioso em agradar as pessoas, que ele queria saber se eles estavam gostando de seus sermões. Quando alguém, com sinceridade, mostrava falhas na sua pregação, ele não podia suportar. Então resignado, deixava o local do culto sem sequer dar uma palavra de despedida aos membros. Há muita imaturidade emocional entre aqueles que fazem do agradar a homens e mulheres a prioridade em seus ministérios.
1. Critério exclusivo - Eu duvido que essa espécie de pregador seja aceito diante de Deus. Paulo disse que tinha por muita pouca coisa o ser julgado em seu ministério pelo homens. "O único que me examina" disse ele, "é o Senhor" (l Cor. 4..4). Devemos usar como meio de avaliação do ministério e conduta dos homens somente a Palavra de Deus. De outra forma como saberemos que um pastor tem a aprovação de Deus quanto ao seu ministério? Não é da aprovação dos homens que o pastor necessita, mas sim da aprovação de Deus.
2. Trabalhando em vão - Aqueles que fazem como seu alvo principal agradar a homens enveredam pelo caminho de fazer com que seus cultos agradem a todos. As pessoas acorrem para as suas reuniões a fim de serem entretidas pelo humor dos púlpitos e estórias engraçadas. Eles vêm porque esperam ver diversão, apresentações dramáticas, ventríloquos, celebridades, heróis esportistas, personalidades da televisão e as últimas novidades da música "gospel".
A congregação do pastor que guia seu ministério por tais métodos de entretenimento, pode vê-los como ministros poderosos e populares. Porém, tendo assumido esta posição de tentar agradar as pessoas, eles estarão inevitavelmente na condição de não aceitos por Deus.
O primeiro objetivo deles deveria ser agradar a Deus, manifestando a Sua glória. E a não ser que Deus os aceite com o servos, todo o seu trabalho terá sido em vão. Tudo que eles fazem, como orações, estudo bíblico, preparação de sermões, pregação, visitação, testemunho e aconselhamento, será vazio da presença, do poder e da bênção do Senhor.
Fico pensando quantos pastores e ministros têm sempre na mente que terão que prestar contas diante do trono de Cristo? Quantos deles estão realmente apercebidos do alto nível de responsabilidade que têm, não diante dos homens, mas diante de Deus? Quantos se sentiriam confortáveis com a declaração que o apóstolo faz: "E por isso que também nos esforçamos quer presentes, quer ausentes, para lhe ser agradáveis. Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo" (2 Cor. 5:9-10).
3. Consciência de Deus - Quando um pastor tenta agradar a homens, ele pode deixar de ter consciência de Deus. É muito fácil num ministério popular, procurando agradar as pessoas, alcançar tal sucesso quer resulte num esquecimento da onipresença de Deus. A não ser que um pastor esteja acuradamente cônscio da presença de Deus e O coloca sempre em primeiro lugar em todos os aspectos do seu ministério e vida, ele acabará adotando um estilo fútil de raciocínio e procedimento.
Por exemplo, ele poderá pensar que é mais importante obter direção da parte dos homens que ele está tentando agradar do que da parte de Deus e Sua Palavra. Eu não mencionaria isto se não tivesse visto e ouvido ministros colocarem a opinião de homens a frente da Palavra de Deus. Como é diferente esse tipo de raciocínio dos apóstolos!
Confrontados por homens que tentaram forçá-los a fazer sua vontade no ministério, os apóstolos não pensaram, "qual é a melhor coisa a fazer então?" ou "quais serão as conseqüências se nos opuser-mos à vontade deles? "Ao contrário, eles responderam e disseram-lhes: "Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus" (At. 4:19). Pouco depois, quando foram ordenados pelos mesmos homens e autoridades a pararem de pregar, eles de novo os enfrentaram: "importa antes obedecer a Deus que aos homens" (At. 5:29).
4. Os testes de Deus - Quando alguém estabelece um ministério que desagrada a Deus por tentar agradar a homens, certamente ele se esqueceu que Deus testa seus servos. Não há parte em nosso ministério ou vida onde possamos deixar de lado os interesses de Deus e escaparmos impunes. Deus testa as razões que o Seu povo dá em fazerem o que estão fazendo. Especialmente isso é verdade para aqueles que estão no ministério de Sua Igreja. Paulo, o apóstolo, disse que ele e seus companheiros apóstolos firmaram o propósito de falar ao homens e mulheres, não para lhes agradar, mas para agradar a Deus. E a razão que ele dá é que ele sabia que Deus estava constantemente checando suas motivações.
"Nós falamos" dizia ele, "não como quem agrada a homens, mas a Deus que examina nossos corações" (1 Ts. 2:4).
5. Abandonados por Deus - Curvando-se aos gostos e desprazeres dos homens; pode um pastor tornar-se um abandonado de Deus. Se ele se esforça por agradar a homens e mulheres do mundo; por exemplo; ele pode achar-se, ele mesmo, tão amigo e identificado com eles que chega a ser um com eles. O homem de Deus não pode ter esse tipo, de mistura com as pessoas do mundo, porque a separação do mundo é a marca do verdadeiro ministro de Cristo. "Não sabeis" pergunta Tiago, "que a amizade com o mundo se constitui em inimizade contra Deus?" (Tg. 4:4).
Cuidado para não esquecer que você está numa posição de confiança
Buscando popularidade com as pessoas, pode o pastor esquecer-se que Deus lhe confiou um grande tesouro, o Seu Evangelho da Graça. Em seu ministério apostólico, Paulo nunca se esqueceu de seu senso pessoal de mordomia. Ele repreendeu aqueles cristãos que procuravam seus líderes de acordo com sua popularidade. As pessoas deveriam julgar um ministro, ele disse, pela sua consciência de despenseiro, que vê como sua principal responsabilidade o ser fiel a Deus e Sua Palavra. (I Cor. 4:1-2) Ele também disse que Deus foi condescendente com os homens em permitir que fossem ministros. "Nós fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar Ele o Evangelho... " (1 Ts. 2:4).
1. Hipocrisia e falta de sinceridade - Os ministros de Deus deveriam ser como Moisés que "permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível"(Heb. 11:27). Seus olhos da fé deveriam estar sobre o invisível, o reino espiritual de Deus, não no reino deste mundo. Quando eles rejeitam esta forma de visão espiritual e começam a olhar para o que é aprazível ao homem, eles caem no mal contra o qual Paulo os adverte na sua carta aos Efésios.
Após falar sobre obediência aos pais e mestres, ele diz que tal obediência deve ser prestada "Não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus" (Ef.6:6). Isto também se aplica ao ministro. Um pastor não deveria buscar o olhar de aprovação do povo a quem serve. Isto é tentar fazer seu trabalho "servindo a vista, como para agradar a homens".
Sua motivação nunca deveria ser o "ser visto" ou o "agradar a homens". Como servo de Cristo, ele deveria buscar com sinceridade fazer "de coração a vontade de Deus".
2. Edificação e Lucro - As epístolas do Novo Testamento têm muito que ensinar sobre a construção do caráter. Os apóstolos fazem do cultivo do caráter interior do homem ou a construção do caráter cristão a coisa mais importante, e é nisso que eles gastam a maior parte de suas pregações e escritos. As únicas razões legítimas e permitidas por eles para agradar aos homens eram a salvação de pecadores, o cultivo da alma e o desenvolvimento da personalidade de Cristo neles. Quando um pastor busca agradar a homens por qualquer outro propósito, ele trai sua confiança e falha em alimentar e guardar o rebanho de Deus.
"Portanto cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para a edificação"(Rom.15 :2).
Em seu trabalho evangelístico, os apóstolos também procuraram agradar aos homens para que os mesmos fossem beneficiados e, se possível até se convertessem a Cristo. Em outras palavras no intento de lhes fazer o bem é que se pode compreender essa atitude deles. Eles não faziam nada para alimentar os desejos mundanos dos incrédulos. Ao contrário, os apóstolos procuraram o proveito de todas as pessoas, sem prejuízo de quem quer que fosse, quer judeus, pagãos ou cristãos. Paulo explica isto desta maneira:
"Assim como também eu procurei em tudo ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse mas o de muitos para que sejam salvos" (1 Cor.10:33). Mais tarde ele escreve, "Há muito pensais que nos estamos desculpando convosco. Falamos em Cristo perante Deus, e tudo, ó amados, para vossa edificação " (2 Co: 12:19).
Cuidado para não perder o senso bíblico dos valores
Os ministros do Novo Testamento sentiam que, se eles tentassem agradar a homens, eles não poderiam mais ser considerados servos de Cristo. Um pastor não pode esperar a sustentação divina em seu ministério, se ele não estiver mais qualificado como servo do Senhor Jesus Cristo. Como Esaú, ele trocou uma grande herança por um ganho temporário. Ele vendeu o dia por causa de uma hora.
1. Cristo, o Modelo - Tão logo um pastor começa a agradar às pessoas, ele perde sua ligação com o ministério de Cristo. Ele esquece que o Filho de Deus é o modelo para o seu ministério e falha em seguir o Seu exemplo. Mateus diz que mesmo os inimigos de Cristo, embora falassem com sarcasmo, sabiam que Ele não procurava agradar a homens, mas ensinava as verdades de Deus, arcando com as conseqüências.
"E enviaram-Ihe discípulos juntamente com os herodianos para dizer-lhe: Mestre, sabemos que és verdadeiro e que ensinas o caminho de Deus, de acordo com a verdade, sem te importares com , quem quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens " (Mat. 22:16).
2. Perder a Visão - Quando um pastor desagrada a Deus por tentar agradar a homens, ele pode se esquecer de que não pertence a si mesmo, pois foi comprado com preço. Pregando um Evangelho voltado para resultados e centrado no homem, pode ser levado para longe de Deus e Sua Verdade Eterna, e pode ainda diminuir sua percepção do valor de sua própria redenção. Como o homem que falha em acrescentar elementos do caráter cristão à sua fé, ele irá perder tanto sua visão escatológica como histórica.
Tal homem, diz Pedro, "...é cego, vendo só o que está perto (isto é cegueira escatológica), esquecido da purificação dos seus pecados de outrora (isto é cegueira histórica) " (2 Pedro 1:9).
3. Comparação de Valores - Agradar aos homens constantemente pode alterar a habilidade de um ministro de fazer de um modo correto uma comparação de valores. Paulo apresenta a redenção como uma grande razão para que nós a apresentemos diante dos homens.
"Por preço fostes comprados; não s vos torneis escravos dos homens " (1 Cor.7:23).
4. Alterando a Mensagem - Satisfazendo o interesse dos homens e mulheres, muitos ministros tem mudado a mensagem que Cristo lhes ordenou que pregassem. Receosos de receberem a desaprovação dos incrédulos e cristãos mundanos, eles dizem, com efeito, "Nós não nos atrevemos a dizer nada que lhes desagrade".
Que diferença dos apóstolos! Diante do mais alto tribunal de Jerusalém, enfrentando a ameaça de punição e mesmo a morte, eles confrontaram seus opositores com coragem e disseram, "Pois não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido " (At.4:20).
Nota sobre o Autor: George M. Bowman é editor-diretor da Operation Balance, um projeto de literatura destinado ao avanço da sã doutrina, que sustenta a verdade bíblica em equilíbrio. Ele é autor de inúmeros folhetos e panfletos.
Extraído do Jornal "Os Puritanos" ANO IV - Nº 1, com permissão.
http://www.monergismo.com/

sábado, 8 de novembro de 2008

Cinco coisas que devemos guardar para não perdermos a nossa coroa

Ap 3.11



O versículo que lemos inicia com uma afirmativa, e termina com uma recomendação muito séria. “Eis que venho sem demora“
Esta é uma promessa do Senhor para nossa vida que às vezes nos esquecemos dela. O próprio Jesus nos disse isto em Jo14.3, mas não é de qualquer forma que iremos tomar posse desta promessa e assim recebermos das mãos do Senhor a nossa coroa; pois o versículo continua, dizendo:”Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa”.
Se o nosso Senhor Jesus nos exorta a guardar o que temos, é porque possuímos algo de muito valor e que precisa ser guardado com muito cuidado.
Filadélfia foi uma igreja que viveu em tempos muito difíceis, mas mesmo assim não negaram o Senhor e suportaram a oposição do mundo e resistiram o conformismo que havia tomado conta das demais igrejas daqueles dias, ou seja, eles foram fieis ao Senhor e ao seu evangelho.
E hoje não é diferente, o Senhor está a procura dos fieis da terra ;
Filadélfia guardou algumas coisas muito importantes que fizeram desta igreja, uma igreja diferente e é sobre isto que vamos falar;
O que nós temos que guardar para não perdermos a nossa coroa ?

1 – O coração ;

Os homens acham ser o cérebro o centro da atividade humana, mas a bíblia nos mostra que não é o cérebro e sim o coração;
Porque ? Porque nele está o nosso intelecto, as nossas emoções, e as nossas vontades;


· O intelecto envolve a nossa mente;

As pessoas sabem as coisas em seu coração – Dt 8.5
Oram em seu coração – 1 Sm 1.12,13
Pensam no seu coração – Mc 2.8
Crêem no seu coração – Rm 10.9
Cantam em seu coração – Ef 5.19
Maquinam o mal em seu coração – Sl 140.2

· O coração como centro das emoções;

Coração alegre – Ex 4.14
Coração amoroso – Dt 6.5
Coração medroso – Js 5.1
Coração corajoso – Sl 27.14
Coração avivado – Is 57.15

· O coração como centro da vontade humana;

Coração endurecido que se recusa a fazer o que Deus ordena – Ex 4.21
Coração submisso a Deus – Js 24.23
Coração que se dedica a buscar o Senhor – 1 Cr 22.19


Como sendo o centro das vontades humanas o nosso coração precisa estar guardado por que a bíblia nos instrui a isto

Pv 4.23 – Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida.

Lc 6.45 – O homem bom, do bom tesouro do seu coração, tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração, tira o mal, porque da abundancia do seu coração fala a boca.


2 – A Palavra do Senhor;

Porque razões devem guardar a palavra ?

· Porque ela ilumina os nossos caminhos;

Sl 119.105 – Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz, para o meu caminho.

· Porque ela é a nossa arma contra o pecado;

Sl 119.11 – Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.

· Porque somos limpos pela Palavra;

Jo15.3 – Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado.

· Porque através dela Deus derrama do seu Espírito Santo sobre as nossas vidas

At 10.44 – E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra.

· Porque ela é viva e eficaz;

Hb 4.12 – Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.


3- Uma vida de Santidade;

Porque o nosso Deus é santo, e a qualidade de Deus deve ser a qualidade do seu povo. Santidade é o alvo e o propósito da nossa eleição; Isto significa que devemos ser semelhantes a Deus, ser dedicados a Deus e viver para agradar a Deus.
Agindo assim com certeza nos encontraremos com o Senhor.

Hb 12.14 – Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém Vera o Senhor.

1Ts 5.23 – E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

4- A Fé;

· Porque ela nos serve de escudo contra os dardos inflamáveis do maligno;

Ef 6.16 – tomando sobre tudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.

· Porque a nossa fé é mais preciosa do que qualquer coisa;

1Pe 1.7 – para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, honra, e gloria na revelação de Jesus Cristo.


· Porque pela fé nos alegramos em Cristo;

1Pe 1.8 – ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso.


· Porque pela fé no final de tudo alcançamos a Salvação;

1Pe 1.9 – alcançando o fim da vossa fé, a salvação da alma.

· Porque pela fé recebemos a nossa coroa;

2Tm 4.7,8 – Combati o bom combate, acabei a carreira, e guardei a fé.
Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos que amarem a sua vinda.


5- Uma vida de comunhão com Deus;

· Porque através de uma vida de comunhão somos guiados pelo Senhor;

Gn 26.2 – E apareceu-lhe o Senhor e lhe disse: Isaque, não desças ao Egito. Habita na terá que eu te disser;

· Através de uma vida de comunhão o Senhor fala conosco;

Ex 33.11a – E falava o Senhor a Moises face a face, como qualquer fala com o seu amigo;

· Através de uma vida de comunhão temos o azeite de deus para o dia do Arrebatamento;

Mt 25.1-13



Pb. Wellington Rodrigues
Assembléia de Deus - Yamanashi

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

1 Emanuel (Deus conosco)
Is 7.14; Mt 1.23
Poderemos nos afastar dele, mas ele jamais se afasta
da gente
2 Príncipe da Paz
Is 9.6
Nele, Deus trouxe paz para a terra
3 Ungido
Sl 2.2
Mais que qualquer outro, Deus o separou para realizar
os seus propósitos entre nós
4 Filho de Deus
Mc 1.1
Herdeiro de todas as características de Deus
5 Filho do Homem
Mt 8.20
Realiza poderosamente os propósitos de Deus para
toda a humanidade

6 Filho de Davi
Mt 15.22
Cumpre as incumbências que Deus deu a Israel
7 Verbo
Jo 1.1
Por ele e para ele, tudo foi criado
8 Cordeiro de Deus
Jo 1.29
Deu sua vida em prol da humanidade
9 Cristo
Mt 16.16
É o esperado por Israel para vindicar o povo de Deus
10 Rabino
Jo 1.38 Instrutor
11 Autor da Vida
At 3.15
Não só vida física, mas também vida espiritual, vida
para valer!

12 Alfa e Ômega
Ap 1.8
(são a primeira e última letra do alfabeto grego) indica
a sua qualidade divina e existência eterna

13 Leão de Judá
Ap 5.5
O campeão dos judeus!
14 Cordeiro
Ap 5.6-13
O supremo sacrifício pelos nossos pecados
15 Palavra de Deus
Ap 19.13
Revelação eficaz de Deus
16 Rei dos reis
Ap 19.16
O máximo dos governadores
17 Senhor dos senhores
Ap 19.16
O maior dos poderosos
18 Brilhante Estrela da Manhã
Nm 24.17; Ap 2.28; 22.16
(Vênus) Inaugura, mais que as outras estrelas (os
profetas) o Novo Dia da Salvação

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Renovados como a Águia

Renovados como a Águia
Is 40.30,31

A ÁGUIA é a ave que possui a maior longevidade da espécie, ela chega a viver 70 anos. Entretanto, para chegar a essa idade, aos 40 ela tem de tomar uma séria e difícil decisão: Morrer ou Renovar-se! Ou seja, ela precisa entrar num processo de renovação senão ela irá morrer...)E a RENOVAÇÃO é uma das características mais interessantes e impressionantes da ÁGUIA. E exatamente por isso DAVI se expressou assim no Salmo 103:5 “ELE (DEUS) enche a tua boca de bens,de sorte que a tua mocidade se renova como a águia.E como se dá esse processo de Renovação? ... Por volta dos 40 anos a ÁGUIA começa a sentir que suas penas estão ficando velhas e enferrujadas. Começa e perceber que seu bico já não está tão afiado e forte quanto antes. Descobre também que suas garras já estão enfraquecendo ..... e aí ela toma uma decisão drástica, quase traumática, para sair deste quadro desolador.
1 – A PRIMEIRA COISA QUE A ÁGUIA FAZ PARA SE RENOVAR INTERROMPER SUAS ATIVIDADES.

Ela não prossegue o seu trabalho, seus vôos, sua caça, suas aventuras. Ela pára, interrompe suas obrigações. Fecha sua agenda e cancela todos os seus compromissos... porque ela precisa se renovar ou então morrerá!
Precisamos aprender esta lição com a águia, existem momentos em que a melhor ação é ficar parado, ouvir refletir,analisar,...
Porque ativismo sem santidade gera trovões, mas não traz a chuva fresca e restauradora. Trabalho sem santidade de vida não produz frutos que agradam a Deus.

Malaquias 1:10 – Quem há também entre vós que feche as portas e não acenda debalde o fogo do meu altar? Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oblação

2 – A SEGUNDA COISA QUE A ÁGUIA FAZ PARA SE RENOVAR É ISOLAR-SE NO ALTO DOS PENHASCOS.

A ÁGUIA é uma ave solitária. Ela não voa em bandos, sobretudo quando está nesse processo de auto-renovação. Por isso, para se RENOVAR a ÁGUIA alça um vôo altaneiro, ela alcança as alturas mais excelsas e refugia-se no cume dos mais altos penhascos. - E ali ela fica sozinha, isolada, enfrentando a sua própria realidade.
Esta é uma lição tremenda para nós! Há momentos em que precisamos sair do meio da multidão, deixar a coletividade e mergulhar em nossa própria intimidade. Há momentos em que precisamos deixar o barulho febril dos encontros festivos para recolher-nos em um profundo auto-exame.
Gn 32.22-28 – Quando Jacó se levanta pela noite pega suas duas mulheres, suas duas servas, seus onze filhos e os passa pelo vau de jaboque, porém ele fica só;

numa noite fatídica em sua vida, quando se via encurralado pelo medo, entrincheirado pela sua consciência, ameaçado pelo seu irmão, não podendo mais prosseguir sem ter um acerto e conserto em sua vida, ficou só, no vau de Jaboque. E ali DEUS tocou a vida de JACÓ. Ali DEUS mudou seu nome, mudou sua história, mudou sua vida...

Ex 3.1 – E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Mídia; e levou o rebanho atrás do deserto e veio ao Monte de Deus, a Horebe.

foi na solidão do deserto que DEUS chamou MOISÉS para libertar o Seu povo da tirania de Faraó.

3 – A TERCEIRA COISA QUE A ÁGUIA FAZ PARA SE RENOVAR É ARRANCAR SUAS PENAS VELHAS.

A ÁGUIA, ao chegar ao cume do penhasco, começa a arrancar com o bico uma a uma as suas penas. Não poupa a si mesma desta dor intensa. As penas são todas arrancadas. Seu corpo vai ficando desfigurado à medida que ela aplica a si mesma golpes severos.
Se desejamos ter uma vida nova com DEUS, uma vida abundante, cheia de vigor e poder, precisamos também ter a coragem de descartar os pesos inúteis da nossa vida. Precisamos nos despojar das bagagem que carregamos e que nos retarda na caminhada.
Porque se queremos subir à presença de DEUS para os renovarmos, precisamos lançar fora os ídolos da nossa casa, tirar as vestes sujas do pecado e purificar a nossa vida. Portanto, é preciso ter coragem para arrancar as penas velhas que nos cobrem. É preciso ter ousadia para, no nome de JESUS, remover de nós hábitos já arraigados. É preciso ter determinação para romper e quebrar as ataduras de vícios que se inseriram em nossa vida, trazendo-nos profundo enfraquecimento!
2 Cor. 5.17—Assim que, se alguém cuida estar em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.

4 – A QUARTA COISA QUE A ÁGUIA FAZ PRA SE RENOVAR É ESFREGAR O SEU BICO NA ROCHA ATÉ ARRANCÁ-LO.
A ÁGUIA não apenas arranca suas penas velhas, mas, quando percebe que seu bico já está ficando fraco, impotente e cheio de crosta, ela o esfrega fortemente na rocha, esfrega-o até ficar em carne viva. E novamente ela fica desfigurada até que dias mais tarde cresce um bico novo, forte como o aço.
A Bíblia nos diz que devemos ser atalaias da verdade e não portadores da mentira. Devemos ser pregoeiros da esperança e não arautos do caos.

Devemos ser mensageiros da paz e não instrumentos da discórdia. Nossa língua deve ser remédio e não veneno. Nossa língua deve ser canal de vida e não arma da morte.
Tg 1.26 – Se alguém entre vós cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes, engana o seu coração, a religião deste é vão.

Pv 12.18,19 – Há alguns cujas palavras são como pontas de espada, mas a língua dos sábios é saúde.
O lábio de verdade ficará para sempre, mas a língua dura só um momento.
Precisamos também botar a nossa boca no pó, pedindo a Deus que toque os nossos lábios com as brasas vivas do altar, tirando toda iniqüidade e impureza e derramando sobre nós a unção fresca do seu Espírito, a fim de que falemos com graça e poder.

5 – A QUINTA E ÚLTIMA COISA QUE A ÁGUIA FAZ PARA RENOVAR-SE É ARRANCAR SUAS GARRAS.

Nesse processo de renovação ela percebe que suas garras já estão fracas e impotentes. Então ela bate suas unhas com violência sobre a rocha várias vezes até que aquela camada envelhecida e calosa seja arrancada, ficando suas patas em carne viva.Todavia após esse processo de auto flagelação e quebrantamento, as garras começam a brotar com toda pujança e vigor, fortes como ferro e ela fica completamente renovada revitalizada...... e agora ela desce das alturas do penhasco para dar continuidade à sua vida e às suas atividades!!Assim devemos nós também, num sentido espiritual, afiar as nossas garras, retirando delas toda crosta calosa. Para a águia as garras são instrumentos de batalha em que ela usa para capturar suas presas, seus alimentos.Por isso para nós, nossas armas espirituais não podem ser fracas e impotentes. Precisamos estar afiados e preparados a qualquer momento para o combate. Porque a vida cristã não é uma colônia de férias, é um campo de guerra. Estamos em constante luta...

2Co 10.4 – Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para a destruição das fortalezas;





Ef 6.12,13 – porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século,contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.
Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e , havendo feito tudo, ficai firmes.

Este mundo é um campo minado pelo inimigo. O mundo jaz no maligno diz o apóstolo João. Importa portanto estarmos preparados com as garras afiadas e forte, usando as armas celestiais que DEUS nos dá.Mas para isso irmãos, é preciso subir para as alturas. Precisamos estar na presença de DEUS! Porque DELE vem a renovação, a restauração e a nossa força, como diz NEEMIAS (8:10): “A alegria do Senhor é a nossa força”.














Pb. Wellington Rodrigues
Assembléia de Deus – Yamanashi-Ken

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Filho Pródigo



“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. IITm. 3.1-5”

Temos vividos dias em que o Amor de muitos pelo Senhor e pela Obra do Senhor tem se esfriado por causa da iniqüidade. Mt. 24.12-“E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.”E que muitos estão se Apostatando da Fé.
ITm. 4.1-“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;”

O que é Parábola? É uma Narração simbólica contendo verdades espirituais ilustradas por um fato real ou possível.
Jesus Ensinava freqüentemente por Parábola. Parábola é uma ilustração da vida cotidiana, revelando verdades aos que estão com o coração disposto a ouvir e, ao mesmo tempo, ocultando estas mesma verdades àqueles cujo coração não está preparado, aos incrédulos.
Nós vamos falar hoje sobre a Parábola do Filho Pródigo.


Nesta primeira parábola o pai é um Homem rico, dotado de grande coração, cheio de amor, generoso e franco para com os seus filhos, e sem dúvida a imagem de Deus, tal como é revelada em Cristo.



O Filho mais velho tem um caráter tranqüilo,cumpre os deveres de uma vida de trabalho diário, em um caminho honesto e virtuoso, segundo o homem.
O mais jovem, ao contrário, parece ter um mau temperamento, Ele é passível, extremamente altivo, gosta de variedade e sente atraído pelo distante e exótico.



Texto Base: Lc. 15. 11-13

1º- Deixamos o Senhor ­---------- v.s. 11-13

Muitos têm tomado a mesma decisão do Filho Pródigo, não querem mais depender de Deus. Não querem mais Obedecer a Deus. Querem Viver a sua vida de acordo com as suas Próprias Vontades, querem Viver da forma que eles acham que é certo. Querem ser Senhores da sua Vida. Não querem Mais Levar a Cruz, acham pesada demais e desnecessária, se cansam.
Quando deixamos Deus para buscar os nossos próprios interesses nós erramos, nós entristecemos a Deus.
Jr. 2:5-“Assim diz o SENHOR: Que injustiça acharam vossos pais em mim, para se afastarem de mim, indo após a vaidade, e tornando-se levianos?”
Jr. 2:13-“Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas(rachadas), que não retêm águas.
Ao deixar Deus nós desperdiçamos todas as coisas que Deus nos tem dado, os dotes Físicos, Intelectuais e Espirituais.
É muito perigoso quando deixamos Deus para buscar os prazeres do mundo e os prazeres da carne. Isso nos trás muitas conseqüências. Quando abandonamos Deus deixamos o caminho livre para o diabo nos influenciar a pecar e destruir nossas vidas.

Ex: O Povo de Israel.
Deus livrou o Povo de Israel do Egito.
Êx: 12:37-“Assim partiram os filhos de Israel de Ramessés para Sucote, cerca de seiscentos mil a pé, somente de homens, sem contar os meninos.”
Deus guiou o Povo pelo caminho.
Êx: 13:21-“E o SENHOR ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite.”
Deus faz o mar se abrir para o Povo de Israel Passar.
Êx; 14:21-“Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.”
Deus torna as águas amargas em Doce.
Êx: 15:25-“E ele clamou ao SENHOR, e o SENHOR mostrou-lhe uma árvore, que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces. Ali lhes deu estatutos e uma ordenança, e ali os provou.”
Deus manda o Maná.
Êx: 16:4-“Então disse o SENHOR a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não.”
Deus manda Carne.
Êx: 16:13-“E aconteceu que à tarde subiram codornizes, e cobriram o arraial; e pela manhã jazia o orvalho ao redor do arraial.”

E com tudo isso Israel desobedeceu a Deus e quebrou um Mandamento do Senhor:
“Não terás outros Deuses diante de mim.” Êx. 20:5
Israel quebra este mandamento Êx: 32.1,7,8- “Mas vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu. Então disse o SENHOR a Moisés: Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste subir do Egito, se tem corrompido, E depressa se tem desviado do caminho que eu lhe tinha ordenado; eles fizeram para si um bezerro de fundição, e perante ele se inclinaram, e ofereceram-lhe sacrifícios, e disseram: Este é o teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito.” e a Conseqüência é: Deus manda matar todos os que tinham pecado.
Êx. 32:27-“E disse-lhes: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa; e passai e tornai pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu vizinho.”
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2º- Conseqüências de abandonarmos Deus. --------------- Lc. 15. 14-16

Depois de gastarmos todas as coisas que Deus nos tem dado que podia ser usadas para o crescimento da Obra do Senhor, depois de gastarmos tudo aquilo que temos recebido do Senhor em coisas que não agradam a Deus. Depois que fazemos tudo o que queríamos fazer, quando achamos que encontramos a Liberdade a Felicidade, quando achamos que agora está tudo certo, as Conseqüências do nosso erro, abandonarmos a Deus, começam a aparecer. E chegam também as conseqüências dos pecados que cometemos depois de termos deixado o Senhor. As lutas começam vir, o Dinheiro acaba, e agora começa a aparecer dívida de tudo quanto é lado. As pessoas que estavam do nosso lado e que muitas vezes disseram: Pode contar sempre comigo! – já não estão mais do nosso lado. A suposta Felicidade e Liberdade que havia antes acaba. Começamos a ver tudo o que tínhamos planejado dar Errado, começamos a Viver uma vida de Fracassos e derrotas, desilusão e tristezas. Já não temos paz e nem alegria de viver.

Esse é o resultado da nossa decisão. A palavra do Senhor diz que Deus não tem o culpado por inocente. Êx. 34.7- “Que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão e o pecado; que ao culpado não tem por inocente; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até à terceira e quarta geração.”, e que aquilo que plantarmos nós colheremos.
Gl. 6.7 –“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.

Ex: A Desobediência e a Queda do homem no Jardim do Éden.

Deus deu uma Ordenança:
Gn. 2. 16-17- “E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”

Eva e Adão desobedecem a Deus. Gn. 3. 1-6

As conseqüências da desobediência deles foram:

Para a mulher:

Deus pos inimizade entre a serpente e a mulher. Gn. 3.15
Deus multiplicou grandemente a dor do parto. Gn. 3. 16

Para o homem: Gn. 3.17(ler)

No Suor do teu rosto Comerás. Gn. 3.19

Para ambos:

O Senhor os lança fora do Jardim do Éden. Gn. 3. 22-23.


Eles agora tinham que construir a vida deles com as Próprias Mãos.

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3º- Arrependimento. ------ Lc. 17-19




Por Mais que temos Pecado, entristecido a Deus, ofendido o Senhor, Deus nos concede mais uma chance: Ainda há uma Esperança: Voltar

Tudo o que temos que fazer é:

Reconhecer: Que erramos, reconhecer que pecamos, que distanciamos de Deus. Para isso nós podemos contar com a ajuda do Espírito Santo. A palavra do Senhor diz que é o Espírito que convence o homem do pecado. Jo. 16.8 - “E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.”
Arrependermos: Com sinceridade de tudo aquilo que cometemos.
Humilharmos: Perante a face do Senhor.
Pedirmos perdão: para os nosso pecados.

Por que o senhor Diz em sua palavra através do Profeta Isaías.
Is. 1.18 – “Vinde então, e argüi-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”








4º- Tornando para Deus ----------------Lc. 15.20-21




Deus está esperando que tomemos uma decisão. Deus nos está dando mais uma chance de nós nos achegarmos a ele para que ele possa perdoar os nossos pecados e restaurar a nossa comunhão com ele, Por que foi para isso que Deus enviou Jesus Cristo. O Sacrifício que Jesus fez na Cruz foi para que a nossa comunhão com Deus fosse restaurada. IS. 53. 4-7- “Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.” Deus não criou o homem para viver longe dele. O homem é uma criação especial de Deus, não é um produto da Evolução. O homem e a mulher foram criados à Imagem e Semelhança de Deus. Gn. 1.26 -“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” Deus nos criou para vivermos em comunhão com Ele.
Deus está de braços abertos nos esperando. A Palavra do Senhor Diz que há uma Festa no Céu quando um pecador se arrepende.
Lc. 15.7,10- “Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.”

Deus quer Restaurar a nossa Aliança com ele, Deus quer nos Renovar. Deus quer Restituir tudo aquilo que Satanás nos roubou.

É só Reconhecermos que estamos longe e nos Arrependermos, nos Humilharmos e Orarmos ao Senhor e pedir a Ele nos Perdoar. Voltarmos para Ele, nos convertemos a ele de todo o nosso coração. Então tudo o que estiver fora do lugar na nossa Vida, Deus vai arrumar. As Portas novamente vão se abrir. E o mais importante deus vai nos perdoar e nos sarar.
IICr. 7.14-“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.”.







5º- Amor Incondicional de Deus – Perdão e Restauração ------- Lc. 15. 22-24

Hoje o Senhor quer nos Renovar, quer nos dar vestes novas, quer colocar em nossas mãos um lindo Anel, e quer nos dar Sandálias novas.

Hoje Deus quer nos Vestir com:
Veste de Santidade: De pureza. Todos querem um Evangelho sem mudanças, sem transformação, sem compromisso, despreocupado. Mas o Evangelho de Cristo é um Evangelho de impacto, transformação, mudança de vida, desejo de santificação e pureza. Sem está santificação não se poderá ver ao senhor, nem entrar em sua presença conforme Hb. 12.14-“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;”
Veste de Unção: A unção foi essencial na vida de Davi, na vida de Elias, Eliseu, enfim na vida de todos os Heróis da Fé. Deus nos quer dar uma unção completa. Sl. 133.2 –“É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes.” Sem a unção a igreja para, não cresce, não há frutos, nem manifestações de Deus. A unção é necessária para manter o Cristão em pé na presença de Deus, para impulsioná-lo a pregar, testemunhar, e ganhar almas para Deus.
Anel: Deus quer Restaurar a nossa Aliança com ele, refazer o nosso compromisso com ele.
Sandálias.: Simbolizam o poder do Espírito, pelo qual podemos andar em novidade de vida. Rm. 6. 4- “De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” Novidade expressa qualidade ou caráter de novo, originalidade, singularidade. Nosso Pai deseja que vivamos com originalidade, com criatividade.

Deus quer ressuscitar você que está Morto Espiritualmente, que está afastado da comunhão com Deus.

A descrição que Jesus fez da reação do pai diante da volta do filho, nos ensina verdades importantes:

1º- Deus tem Compaixão dos Perdidos por causa da Triste condição deles.
2º- O Amor de Deus por eles é tão grande que nunca cessa de sentir pesar por eles e esperar sua volta.
3º- Quando o pecador, de Coração, volta para Deus, Ele(Deus) sempre está plenamente disposto a acolhê-lo com Perdão, amor, compaixão, graça e os plenos direitos de um Filho.
Jo. 1.12 – “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;”

Os benefícios da morte de Cristo, a influência de Espírito Santo e a graça de Deus estão à disposição daqueles que buscam a Deus.

4°- A alegria de Deus pela volta dos pecadores é incomensurável.
Lc. 15. 6,7,10- “E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.”

Conclusão
Não vamos ser como o Irmão mais velho do filho Pródigo, que servia a seu pai há tantos anos, guardava os mandamentos dele, nunca transgrediu nem uma mandamento de seu pai. Só que tudo isso no exterior, porque interiormente ele estava longe, ele não estava nem aí.
Não Vamos exteriormente guardar os mandamentos, e interiormente estarmos longe de Deus, e dos seus propósitos para o seu Reino. Lc. 15.28-30 –“Mas ele se indignou, e não queria entrar. E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos; Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.”

Os Noves Tipos de Jejum


Texto: Isaías 58: 1 a 12

O Dr. Elmer Towns observou que o texto de Isaías, antes de ser um chamado ao evangelho social, é uma descrição dos resultados extraordinários que podem acontecer quando nos submetemos á disciplina do jejum.

É importante aprender nessa passagem os tipos de jejuns que não agradam a Deus bem como compreender os tipos que ele escolhe. O povo estava jejuando, mas sem obter resultados e o motivo é que eles ignoravam o modo de jejuar que poderia mudar a vida deles.

Não devemos interpretar os primeiros versículos como um chamado ao evangelho social no sentido de negar a adoração a Deus. O Senhor não estava pedindo que eles parassem de jejuar, mas que fizessem do jejum mais do que um mero ritual religioso.
Os versos 6 a 8 nos mostram 9 tipos de jejuns que podemos encontrar na palavra de Deus.

Jejum para soltar as ligaduras da impiedade
Jejum para desfazer as ataduras da servidão
Jejum para libertação dos oprimidos
Jejum para despedaçar o jugo
Jejum para repartir o pão com o faminto e abrigar o pobre desamparado
Jejum para romper a luz
Jejum para a cura
Jejum pela justiça de Deus
Jejum pela glória de Deus

Para exemplificar e esclarecer a importância dessas nove razões para jejuar, escolhi nove personagens bíblicos cuja vida ilustra cada um dos aspectos mencionados em Isaías.

1. O jejum do discípulo
Objetivo: “Soltar as ligaduras da impiedade” Is. 58:6
Buscar libertação da escravidão do pecado e do diabo para si mesmo ou para outros.
Texto: Mt. 17:21
Existem certas castas de demônios que só saem pela oração acompanhada de jejum. Os discípulos não jejuavam por isso não puderam libertar o garoto – daí o título “jejum do discípulo”.

Atitudes:
Ø Renuncie a todo controle falso do inimigo
Ø Reconheça o auto-engano. Nos enganamos quando não chamamos o pecado de pecado.
Ø Perdoe para vencer a amargura. O ressentimento é um tipo de prisão.
Ø Submeta-se à autoridade de Deus e da igreja. A autoridade pode quebrar ligaduras.
Ø Assuma a responsabilidades pessoais. Precisamos mudar a nossa maneira de confessar os pecados . Em vez de dizer eu confesso, deveríamos dizer: eu me responsabilizo por esse pecado e reconheço que ele é passível da disciplina de Deus. Não culpe os outros e nem o diabo.
Ø Livre-se de influências pecaminosas. Se o teu olho te faz pecar, arranque-o. Se a internet te faz pecar, arranque-a. Se certo amigo te faz pecar, arranque-o. Etc.

2. Jejum de Esdras
Objetivo: “Desfazer as ataduras da servidão” Is. 58:6
Resolver problemas, invocar a ajuda do espírito Santo para avaliar pesos e superar barreiras que nos impedem de caminhar com alegria diante do senhor.
Texto: Ed. 8:23
O Senhor já havia liberado a bênção de voltar para a terra de Israel, mas havia inimigos no caminho que tentavam bloquear a benção. No mesmo princípio, já temos a benção do Senhor mas ás vezes precisamos romper com pesos e resolver problemas.
Esdras tinha que fazer uma viagem levando 3,5 toneladas de ouro, 2,6 toneladas de prata. Imagine você no lugar dele. Será que também faria um jejum?

Atitudes:
Ø Escolha os que se comprometerão em jejuar com você. Esdras convocou todo o povo que estava com ele para jejuar.
Ø Compartilhe o problema para ser ajudado. Esdras disse claramente que o jejum era para terem uma viagem feliz e segura.
Ø Jejue com seriedade. Jejum não é apenas se abster de alimentos, implica em afligir a alma com oração e intercessão com agonia. Esdras os convidou para se humilharem.
Ø Jejue antes de tentar uma solução. Observe que Esdras não jejuou durante a viagem, mas antes.
Ø Jejue no lugar ou com algo que simbolize o problema. Esdras não fez um retiro, mas foi para o lugar do desafio.
Ø Jejue esperando orientação. Depois de jejuar Esdras tinha a solução. O ouro foi pesado na saída e na chegada. A oferta foi distribuída entre 12 homens para que vindo o ladrão não levasse todo o tesouro. Por fim ele escolheu o caminho certo sob a direção de Deus.

3. O jejum de Samuel
Objetivo: “Para por em liberdade os oprimidos” Is. 58:6
Para ganhar almas, para se identificar com pessoas escravizadas, para orar e ser usado por Deus para tirar as pessoas do reino das trevas e traze-las para o reino de Deus. É o jejum por avivamento.
Texto: I Sm. 7:6
Samuel jejuou para que Israel fosse liberto do pecado.

Atitude:
Ø Convoque a célula para reunir e jejuar (v. 5-6)
Ø Demonstre arrependimento genuíno (v. 3 e 6)
Ø Afaste-se do pecado secreto. Não devemos nos contentar com os pecados que conhecemos, devemos pedir luz a Deus e pedir que ele nos sonde. Confessar pecado conhecido restaura comunhão, mas reconhecer o pecado secreto traz avivamento.
Ø Faça a confissão de pecado pelo grupo. Daniel confessou o pecado pela nação (Dn. 9). Podemos confessar o pecado por aqueles por quem estamos orando.
Ø Espere a liberação de uma palavra de Deus. Nos dias de Samuel as palavras eram raras (I Sm 3:1), mas depois desse jejum veio a palavra de Deus.
Ø Faça do seu jejum um símbolo de sua atitude. Mude a sua roupa, raspe a sua cabeça, faça um retiro, etc.

4. O jejum de Elias
Objetivo: “Despedaçar todo jugo” Is. 58:6
Superar problemas emocionais ou mentais que controlam nossas vidas e devolver o controle ao Espírito do Senhor. Há pessoas que vivem debaixo de opressão, outras oscilam o tempo todo o estado de espírito, algumas são descontentes e ainda outras vivem debaixo de depressão.
Texto: I Rs. 19: 4 e 8
Embora não se diga que era um jejum, Elias deliberadamente ficou sem se alimentar quando fugia de Jezabel. Depois desse jejum Elias foi ministrado no monte do Senhor.

Atitudes:
Ø Prepare-se física e emocionalmente. Elias se preparou para um jejum prolongado dormindo e comendo (v. 5-8). Todo jejum exige uma preparação.
Ø Reconheça seus limites. Reconheça que você não consegue a força do hábito sozinho. Permite que os o ajudem a mudar suas atitudes e disposições mentais.
Ø Vá para um lugar onde você possa encontrar-se com Deus. Elias queria encontrar-se com Deus em Horebe (v. 8).
Ø Jejue para ouvir a palavra do Senhor. Elias jejuou para ouvir a voz de Deus (v. 9).
Ø Deixe que a Palavra de Deus revele sua fraqueza. Assim como perguntou para Adão “onde estás?”, Deus perguntou para Elias “que fazes aqui?”. As perguntas de Deus são uma oportunidade para entrarmos em contato conosco mesmos.
Ø Confesse sua fraqueza diante de Deus. Elias se sentia fracassado na sua missão (v. 10).
Ø Não espere sempre manifestações extraordinárias de Deus. Observe que Deus falou com Elias no vento suave (v. 11 a 13).
Ø Veja a palavra de Deus de maneira positiva. Elias se sentia fracassada em levar a nação de volta para Deus, mas Deus mostrou que ele não era o único, havia mais sete mil. Deus ainda lhe deu uma missão (v. 15 e 16).

5. O jejum da viúva
Objetivo: “Repartir o pão com o faminto e abrigar o pobre desamparado” Is. 58:7
Suprir as necessidades básicas das pessoas que estão ao nosso derredor.
Texto: I Rs. 17: 13-16
Deus enviou o profeta Elias a uma viúva pobre que estava prestes a morrer de fome. Mas Elias em vez de dar-lhe comida, pediu o que ela tinha para ele mesmo. Quando a viúva resolveu dar ao profeta a última comida que lhe restava, ficando ela mesma de jejum, o Senhor fez o milagre da multiplicação.

Atitudes:
Ø Volte-se apara o seu próximo.
Ø Reconheça as próprias bênçãos
Ø Separe uma parte do seu próprio suprimento para suprir outros.
Ø Jejue e ore para receber orientação de Deus.
Ø Ore por aqueles a quem você ajuda.
Ø Identifique-se com o sofrimento dos outros.

6. O jejum de Paulo
Objetivo: “Romper a luz como a alvorada” Is. 58:8
Quando temos que tomar decisões cruciais, precisamos permitir que aluz de Deus venha trazer discernimento e uma perspectiva esclarecedora.
Texto: At. 9:9
Depois de encontrar com o Senhor no caminho de Damasco e ficar cego, Paulo começou a jejuar e no final desse jejum Ananias foi enviado a ele para que voltasse a ver e fosse batizado.

Atitudes:
Ø Separe tempo para ouvir o Senhor. Se precisamos tomar decisões cruciais em nossa vida precisamos separar tempo para jejuar.
Ø Faça uma auto-avaliação honesta. Quando Deus quer que avaliemos nossa vida ele nos faz perguntas. Paulo tinha uma pergunta na cabeça: “Saulo, Saulo porque me persegues?”. Esta pergunta colocou Paulo em cheque. Ele queria agradar a Deus, mas estava errado.
Ø Deixe de lado o seu esforço e renda-se a Deus. Tempo de jejum não é tempo de empreendimento. Paulo parou e esperou em Deus.
Ø Procure um lugar apropriado para orar.
Ø Aplique-se à oração. No verso 11 se diz que ele estava orando.
Ø Obedeça o que você ouviu de Deus. Em 26: 19 Paulo diz que não foi desobediente a visão celestial.

7. O jejum de Daniel
Objetivo: “Atua cura brotará sem detença” Is. 58:8
Para conseguir uma vida mais saudável ou receber cura para alguma enfermidade.
Texto: Dn. 1:8
Para honrar a Deus, Daniel se absteve de alimentos pagãos e manjares do rei. No final o resultado foi que ele estava mais saudável que os demais da corte do rei.

Atitudes:
Ø Tenha um compromisso espiritual no seu jejum. Daniel queria honrar a Deus não comendo coisa imunda (1:8). Não faça do seu jejum apenas uma dieta.
Ø Faça do seu jejum um tempo de disciplina. Durante 10 dias Daniel se disciplinou (1:12).
Ø Ore para compreender onde há pecado na sua dieta alimentar. A comida de Babilônia era imprópria para um judeu, mas hoje há comidas que são impróprias para o templo do Espírito.
Ø Faça do seu jejum uma declaração de fé. O jejum de Daniel foi um ato de fé porque ele pediu para ser comparado com outros jovens no final (v. 13-15).
Ø Entenda que o próprio jejum é um meio legítimo de ter saúde física.

8. O jejum de João Batista
Objetivo: “A tua justiça irá adiante de ti” Is. 58:8
Que o nosso testemunho e influência do sal do Senhor em nossas vidas sejam alcançados diante das pessoas.
Texto: Lc. 1:15
João Batista tinha um jejum como estilo de vida pois era nazireu, não bebia nada que viesse da uva. Isso o caracterizava como alguém separado pelo Senhor para uma missão especial.

Atitudes:
Ø Faça do seu jejum uma proclamação de sua separação para Deus.
Ø Decida ser alguém que possui uma vida devotada a Deus.
Ø Trabalhe com a possibilidade de fazer do jejum um estilo de vida.
Ø Registre por escrito o testemunho que você desejar obter. O alvo do jejum de João Batista é tornar-se uma luz resplandecendo nas trevas.
Ø Submeta seu estilo de vida a Jesus.

9. O jejum de Ester
Objetivo: Que “a glória do Senhor” esteja sobre nós. Is. 58:8
O jejum de Ester não foi para poupar a própria vida, mas para que a glória do Senhor se manifestasse livrando seu povo.
Atitudes:
Ø Reconheça o inimigo como a origem do perigo. O jejum de Ester é por um livramento extraordinário de Deus, que traga glória ao seu nome
Ø Entenda a natureza da batalha espiritual.
Ø Reconheça o poder de Deus para guarda-lo.
Ø Jejue para vencer a cegueira espiritual. Muitas vezes não percebemos as armadilhas do maligno ao nosso derredor. Precisamos de luz de Deus.
Ø Entenda que o jejum é apenas parte do processo. A batalha continua indo até quem tem autoridade para resolver ou buscando todos os meios possíveis.
Ø Jejum para batalha são mais efetivos se feitos em grupo. Ester pediu para que todo o povo jejuasse (Et. 4:16).

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Pedidos de Oração!!


Se você está passando por algum Problema, ou alguma Situação difícil, conhece alguém que necessita de Oração. Seja o que estiver acontecendo na sua vida, vc precisa de oração? Então faça aquio seu pedido!!! " escreva seu Pedido de Oração no Comentário deste post!, ou mande para o e-mail pds5doenha@gmail.com." Seu pedido estará sendo anotado e encaminhado para a Igreja, e nós estaremos Orando pelo Seu pedido. " Temos certeza que se você tiver Fé. segundo a vontade de Deus, Deus irá responder o seu pedido. E o nome do Senhor será glorificado através da sua vida.

"Clama a mim e responderte-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes." Jeremias 33.3

Pr. JOHN HARPER – O ÚLTIMO HERÓI DO TITANIC




Enquanto as águas escuras e geladas do Atlântico enchiam lentamente o convés do Titanic, John Harper gritava: "Deixem as mulheres, crianças e descrentes subirem nos barcos salva-vidas." Harper tirou seu salva-vidas - a última esperança de sobrevivência - e o entregou a outro homem. Depois que o navio desapareceu sob a água escura, deixando Harper se debatendo nas águas geladas, ouviram-no incentivando os que estavam à sua volta a confiar em Jesus Cristo.

Era a noite de 14 de abril de 1912. uma noite de heróis, e John Harper foi um deles. Apesar das águas que o tragavam serem extremamente frias e do mar à sua volta estar escuro, John Harper deixou este mundo numa resplandecente glória.

Os atos de coragem de Harper foram espontâneos. Ele não tinha motivo para imaginar que o Titanic afundaria, nem tempo para escrever um roteiro. Uma revista comercial, The Shipbuilder, descreveu o Titanic como "praticamente insubmergível". No dia 31 de maio de 1911, um empregado da Companhia de Construção Naval White Star disse: "Nem mesmo o próprio Deus pode afundar esse navio". O Titanic representava toda a segurança, elegância e confiança da era vitoriana-edwardiana. A Associated Press era entusiasta do navio, declarando: "Tudo que a riqueza e a habilidade modernas podiam produzir estava incorporado no Titanic, o navio mais longo já construído, com mais de 4 quadras de comprimento.., com acomodações para uma tripulação de 860 pessoas e capacidade para 3.500 passageiros, ele foi construído com o mesmo cuidado dedicado aos melhores cronômetros". A ostentação e o tamanho recorde do Titanic impressionaram a era dourada da construção naval. Seus motores de 50.000 HP que produziam a velocidade de 24 nós por hora eram protegidos por dezesseis compartimentos estanques. Cada um era protegido por estruturas de aço. Na época do seu lançamento, o Titanic era o maior objeto móvel manufaturado do mundo. Depois de fazer as duas primeiras paradas para passageiros e correio em Cherbourg e Queenstown, Irlanda, os passageiros se sentiram ainda mais seguros. Harper escreveu numa carta para seu amigo Charles Livingstone antes de atracar em Queenstown, dizendo:
"Até agora a viagem é tudo que se pode desejar."

Às 11:40 da noite de 14 de abril de 1912, um iceberg rasgou o lado estibordo do navio, jogando gelo por todo o convés e arrebentando seis compartimentos estanques. O mar se infiltrou. A maioria dos passageiros não acreditava que o Titanic afundaria até que a tripulação começou a lançar foguetes de sinalização para o alto. Charles Pellegrino disse: "A água brilhou por todos os lados. Barcos salva-vidas podiam ser vistos nela... Naquele enorme facho de luz artificial, as mentes também foram iluminadas. Todos entenderam a mensagem dos foguetes por si próprios". Depois dos foguetes, ninguém precisava ser convencido a entrar nos barcos salva-vidas. De repente, quando a água alcançou a metade da ponte de comando, um estrondo que parecia um milhão de pratos quebrando, cortou a noite. Enquanto a popa do Titanic subia alto no céu para se preparar para seu mergulho ao fundo do mar, um barulho terrível como uma explosão abalou o ar da noite. Passageiros davam-se as mãos e se jogavam na água. Às 2:20 da manhă o Titanic começou sua descida lenta para o fundo do mar, deixando uma nuvem emergente de fumaça e vapor acima do seu túmulo. Nas águas geladas do Atlântico Norte, na calada da noite, o navio mais famoso do mundo terminou sua primeira e última viagem, mas alcançou uma mística náutica que só perde para a da arca de Noé. Tudo aconteceu tão rápido, que Harper só pôde reagir. Sua reação deixou um exemplo histórico de coragem e de fé. "Os heróis da humanidade", disse A. P Stanley, "são como as montanhas, como os planaltos do mundo moral". John Harper foi um desses heróis.

A Parte Mais Difícil do Seu Heroísmo

Nunca é fácil assumir tais ações heróicas, e para John Harper foi excepcionalmente difícil. Sua filha pequena, Nana, estava viajando com ele. Quatro anos antes, a mãe dela adoeceu e morreu. Agora, Harper sabia, Nana ficaria órfã aos seis anos de idade.

Quando o alarme indicou o fim do Titanic, Harper imediatamente entregou Nana a um capitão do convés com ordens para colocá-la num barco salva-vidas. Então ele saiu para socorrer os outros. Nana foi resgatada e mandada de volta à Escócia, onde cresceu, casou-se com um pastor, e dedicou toda a sua vida ao Senhor a quem seu pai tinha servido.

Certa vez, depois de Harper escapar por pouco de se afogar aos 26 anos, ele disse: "O medo da morte não me preocupou em momento algum. Eu acreditava que a morte súbita seria glória súbita, mas havia uma menininha sem mãe em Glasgow". Agora, essa menininha ficaria sem mãe e sem pai. Com certeza essa foi a parte mais difícil para Harper.

O Herói em Contraste

O heroísmo altruísta desse escocês é acentuado pela conduta contrastante de muitos colegas passageiros nessa viagem mortal. Enquanto Harper entregava seu colete salva-vidas, um banqueiro americano conseguiu colocar um cachorro de estimação num barco salva-vidas, deixando 1.522 pessoas sem ajuda. Não havia um espírito de "afundar com o navio". Dos 712 salvos, 189 eram, inclusive, homens da tripulação. O coronel John Jacob Astor tentou escapar com sua mulher num barco salva-vidas e foi detido pelo segundo-oficial Charles Lightoller. Astor era o homem mais rico do mundo, mas isso foi insuficiente para forçar a sua entrada num simples barquinho salva-vidas. Daniel Buckley se disfarçou de mulher na tentativa de conseguir um lugar no barco. Os passageiros da primeira classe, no primeiro barco salva-vidas a ser baixado, se recusaram a voltar e recolher pessoas que estavam se afogando, apesar de haver espaço para muitos outros serem salvos. A Sra. Rosa Abbott, a única mulher a afundar com o navio e sobreviver, disse que um homem tentou subir nas suas costas forçando-a para baixo da água e quase afogando-a.

O Sr. Bruce Ismay, um dos donos do Titanic, diretor administrativo da Companhia White Star e o responsável por não haver barcos salva-vidas [suficientes] a bordo, tornou-se o marinheiro mais infame desde o Capitão Bligh. Ele subiu num barco salva-vidas enquanto centenas de mulheres permaneceram no navio condenado. O Capitão Smith ordenou a seus homens: "Façam o melhor que puderem para as mulheres e crianças, e cada um cuide de si". Ao mesmo tempo, John Harper mandava os homens fazerem o que podiam para as mulheres e crianças e cuidarem dos outros.

Uma Ambição Inabalável

Quando o monstruoso iceberg partiu as ambições dos outros em pedaços, Harper demonstrou sua ambição inabalável que nem a morte podia afetar. Ele declarou Jesus Cristo como a esperança do homem até o fim, ao contrário de outros que foram forçados a encarar a insensatez de suas ambições. Um certo Sr. Hoffman raptou seus filhos, Lolo e Momon, que ficaram conhecidos como as ‘‘crianças abandonadas do Titanic". Seu único desejo fora tirar suas crianças de perto da mãe. Mas, diante da morte, ele as colocou num barco salva-vidas, certificando-se de que elas voltariam para a mãe delas em Nice, França. John Phillips, um tripulante presunçoso, mandou o navio The Ca/ifornian "calar a boca" depois que este enviou pelo rádio o sexto aviso de icebergs no trajeto do Titanic. Ao encarar a morte, sua presunção desapareceu e ele clamou: "Deus me perdoe... Deus me perdoe". O pai de Michel e Edrnond Navratil levou seus dois meninos a bordo do Titanic numa viagem sem volta para a América a fim de escapar para sempre da esposa, que ele tinha pego tendo um caso com um oficial de cavalaria italiano. Abandonando sua ambição, Navratil colocou seus meninos num barco salva-vidas. Suas últimas palavras foram: "Digam à sua mãe que serei sempre dela".

O projetista do Titanic passou os momentos finais da sua vida no salão de fumar, observando um painel na parede que dizia: "O Novo Mundo Por Vir". Seu colete salva-vidas foi deixado de lado, demonstrando o fim do que fora um belo sonho por parte dele, dos donos do navio e do público.

A Sra. Isador Straus, cujo marido era dono da Loja de Departamentos Macy’s, não entrou num barco salva-vidas. Ela disse ao seu marido: "Onde você for, eu vou"; ajudou sua criada a entrar no barco número oito e colocou seu casaco de pele nos seus ombros, dizendo-lhe: "Mantenha-se aquecida. Eu năo vou precisar dele".

Benjamin Guggenheim e seu criado Victo Giglio apareceram no convés em trajes de gala como dois comediantes orgulhosos, dizendo: "Nos vestimos com o melhor e estamos preparados para afundar como cavalheiros".

Jogadores de cartas trapaceiros, que viajavam com identidades falsas e tinham roubado $30.000 dos passageiros, pararam com suas trapaças. O instrutor T. W McCawley, que estava ensinando pessoas a montar em cavalos e camelos mecânicos, interrompeu suas aulas. O fascínio das camas luxuosas, lareiras, banhos turcos com câmaras refrigeradas douradas e da primeira piscina construída num transatlântico terminou. Passageiros no salăo da primeira classe cessaram as suas festas e desfilaram no convés com coletes salva-vidas sobre os trajes de gala. As reuniơes de negócios pararam. O falatório das socialites cessou. Mas, com o seu último suspiro, John Harper, sem desanimar, continuou o trabalho da sua vida: convencer homens a "crer no Senhor Jesus Cristo".

Harper Conhecia Bem os Terrores do Afogamento

A coragem de Harper năo vinha da ignorância. Provavelmente ninguém no Titanic conhecia tăo bem os terrores do afogamento como John Harper. Aos dois anos de idade ele caiu num poço e foi ressuscitado a tempo por sua măe. Aos vinte e seis anos, Harper foi levado a alto mar por um correnteza e sobreviveu por pouco. Aos trinta e dois anos ele encarou a morte num navio com vazamento no Mediterrâneo. Talvez essa fosse a maneira de Deus testar esse servo para a sua missăo de último aviso no Titanic.

Harper já sabia o que centenas de pessoas descobriram naquela noite trágica - afogamento é uma morte terrível. Will Murdoch, o primeiro-oficial do Titanic, foi incapaz de enfrentar uma morte lenta na água e se matou com um tiro quando a ponte de comando afundou. Muitos dos 1.522 homens, mulheres e crianças abandonados a bordo gritaram até ficar num silêncio terrível. Em contraste, um John Harper confiante encarou a morte com segurança absoluta de que Jesus derrotou a morte e deu-lhe a dádiva da vida eterna. Essa segurança ultrapassou os terrores do afogamento.

A Paixăo de Toda a Sua Vida

O heroismo de Harper năo foi apenas um momento glorioso de uma vida sem atos heróicos. Ele amou, chorou, orou e trabalhou pelos outros durante toda a sua vida. Harper recuperou alcoólatras, jogadores, e brigơes. Como pastor, às vezes, passava a noite inteira na sua igreja orando pelas suas centenas de membros individualmente. Harper trabalhava dia e noite, nos lares e nas ruas, indicando uma vida melhor para os desamparados. Ele trabalhava sem cessar entre os pobres, procurando ajudá-los.

A labuta fatigante de Harper era realizada apesar de sua má saúde. No verăo de 1905, a enfermidade o incapacitou por seis meses, acabou com sua saúde e roubou sua bela e ressonante voz. Seu corpo nunca mais foi o mesmo, restando apenas um esqueleto do homem que fora. A pele pálida, o corpo frágil e as enfermidades constantes de Harper eram as marcas de alguém que se recusava a parar para descansar. Porém, apesar da má saúde e do corpo cansado, Harper era sagaz e alegre. Esse servo dedicado era conhecido por ser "glorificado na sua fraqueza". Na noite anterior ao naufrágio do Titanic, enquanto os outros jogavam e descansavam, John Harper foi visto no convés do navio tentando com todo zelo levar um rapaz a crer em Cristo.

Harper Teve uma Oportunidade de Escapar do Titanic

Os atos heróicos de John Harper no Titanic assumem uma dimensăo maior quando se considera sua oportunidade de ter evitado o desventurado navio. A principio estava marcado que Harper iria no navio Lusitania para pregar na Igreja Memorial Moody em Chicago. Ao invés disso, ele se levantou e informou aos homens da Missăo Seaman’s Center em Glasgow que os planos foram mudados e ele partiria no Titanic para a igreja Memorial Moody de Chicago. Em 1911, ele havia tido as melhores conferências desde os dias do grande D. L. Moody, e a igreja o convidou novamente para três meses de reuniơes.

O Sr. Robert English levantou-se numa reuniăo no Seaman’s Center e suplicou que Harper năo viajasse para Chicago. English disse a Harper que estava orando e teve um pressentimento de que aconteceria um desastre se ele fizesse essa viagem. Ele se ofereceu para pagar a passagem se Harper adiasse a sua viagem. Vários outros testemunharam o fato de que English insistiu com Harper, inclusive Willie Burns, que estava presente na reuniăo em Glasgow, e as duas netas de English, Mary Whitelaw e Georgina Smith, ambas membros da Igreja Memorial Harper.

As palavras de English foram muito semelhantes às palavras ditas ao apóstolo Paulo por um profeta chamado Ágabo 1.900 anos antes. Ágabo atou suas măos e seus pés, dizendo: "Assim os judeus, em Jerusalém, farăo ao dono deste cinto e o entregarăo nas măos dos gentios". A recusa de Harper de voltar atrás foi muito parecida com a reaçăo de Paulo: "Que fazeis chorando e quebrantando-me o coraçăo? Pois estou pronto năo só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus"(Atos 21.10-13). Ambos, Paulo e Harper, tinham um senso de propósito divino com relaçăo às suas viagens, e ambos estavam dispostos a morrer para realizar esse propósito.

As advertências proféticas dadas a esses dois homens de Deus indicam que o Senhor aprovou seu sacrifício. A advertência de Ágabo deu um senso de propósito divino a Paulo quando ele viajou a Jerusalém onde pregaria o Evangelho, seria preso e condenado à morte. A advertência do Sr. English deu a Harper o mesmo senso de propósito divino quando ele se tornou a testemunha final num navio da morte.

No Final só Havia Duas Classes de Passageiros

Depois que o Titanic afundou, o escritório da White Star em Liverpool, Inglaterra, colocou um grande painel de cada lado da entrada principal. Em um deles escreveram com letras grandes: "Identificados como Salvos", e no outro: "Identificados como Desaparecidos". Quando a viagem do Titanic começou havia três classes de passageiros. Mas, quando ela terminou o número foi reduzido a duas — os que foram "salvos" pelos barcos salva-vidas e os que ficaram "perdidos" nas águas profundas.

Parentes e amigos dos passageiros do navio esperavam do lado de fora do escritório da White Star. Quando notícias sobre um passageiro chegavam, seu nome era escrito num pedaço de papelăo. Entăo um empregado levava o nome até o portăo. De frente para a multidăo ele levantava o papelăo; a multidăo ficava num silêncio mortal. Todos observavam ansiosamente para ver em qual dos painéis o nome seria colocado.

John Harper mergulhou na morte com desprendimento total, sabendo que estaria entre os passageiros perdidos. Mas ele tinha certeza absoluta de que seu nome estaria na lista dos "salvos" diante do trono de Deus. Lorde Mercer expressou assim a atitude de Harper com relaçăo à morte: "Numa única noite, entre o anoitecer e o amanhecer, durante algumas poucas horas de inconsciência de muitos que dormiam tranqüilamente, partiram desta terra centenas de vidas, algumas ricas em promessas e futuros aparentemente felizes, levando com elas todas as esperanças de outras pessoas. Mas a constância e a coragem cristăs, a renúncia absoluta e o heroísrno inabalável com que tantos encararam seu fim, nos ajudam a perceber que a morte năo é o fim de todas as coisas e que esta vida é apenas a entrada para a vida verdadeira, que ela é apenas o portal da eternidade".

O Último Convertido de John Harper

Duas horas e quarenta minutos depois do Titanic colidir com o iceberg, ele afundou nas águas geladas. Centenas se ajuntaram em barcos e botes salva-vidas, e outros se agarraram a pedaços de madeira esperando sobreviver até que chegasse socorro. Durante cinqüenta minutos horríveis os gritos de socorro encheram a noite. Eva Hart disse: "O som das pessoas se afogando é algo que năo posso descrever para você. E ninguém mais pode. É um som horrível. E há um silêncio terrível que o segue". O sobrevivente coronel Archibald Gracie chamou isso de "a cena mais lastimável e horrível de todas. Os gritos comoventes dos que estavam à nossa volta ainda soam nos meus ouvidos, e eu me lembrarei deles para o resto da minha vida".

Durante aqueles 50 minutos, um homem agarrado a uma tábua chegou perto de John Harper. Harper, que estava se debatendo na água, gritou: "Você é salvo?" A resposta foi: "Năo". Harper gritou as palavras da Biblia:

"Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo". Antes de responder, o homem sumiu na escuridăo.

Mais tarde, a correnteza os aproximou novamente. Mais uma vez Harper, que estava morrendo, gritou a pergunta: "Você é salvo?" Mais uma vez ele recebeu a resposta: "Năo". Harper repetiu as palavras de Atos 16.31: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo".

Harper, que estava se afogando, soltou, entăo, as măos do objeto em que se segurava na água gelada e desceu para seu túmulo no oceano. O homem que ele tentou evangelizar confiou em Jesus Cristo. Mais tarde ele foi socorrido pelos barcos salva-vidas do navio S.S. Carpathia. Em Hamilton, Ontario, este sobrevivente testemunhou que foi o "último convertido" de John Harper.

O último convertido de Harper foi alcançado pelas últimas palavras de Harper: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo".

Houve muitos heróis no Titanic, mas ajudando os outros enquanto se afogava, John Harper foi o último.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Subsídio da 5º Lição da Escola Dominical


Lição: 05
Título: A Soberania de Deus e o Livre-Arbítrio Humano
Autor deste Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima (Comentarista do 4º trimestre de 2008 de Jovens e Adultos)


A SOBERANIA DE DEUS E O LIVRE-ARBÍTRIO

Esse tópico trata do relacionamento de Deus com o homem, feito à sua imagem, conforme a sua semelhança. Nesta condição é indispensável e forçoso que o homem tenha liberdade para agir ou deixar de agir; fazer ou deixar de fazer; pensar ou deixar de pensar; ser ou não ser; ter ou não ter, dentro de suas limitações espirituais, emocionais ou físicas. Como entender a soberania de Deus que é a expressão de sua onipotência ante as ações do homem que em sua grande maioria rejeita o Criador e Salvador? Pode o homem ser realmente livre, diante do Deus onipotente? Se Deus é soberano, por que Ele não impede que o homem, em seu estado pecaminoso, cometa tantos desatinos e pecados? É o que desejamos apresentar, à guisa de respostas, com fundamento na Palavra de Deus.


1. A VONTADE SOBERANA DE DEUS

A vontade de Deus é soberana. No entanto, Ele não é arbitrário. Em seu relacionamento com o homem, apresenta duas formas de expressar sua vontade. Uma de modo absoluto, diretivo, inexorável, como expressão de sua onipotência; outra, de modo permissivo, abrindo espaço para o homem agir, segundo a liberdade que lhe é concedida desde a criação, para que o mesmo seja, ao mesmo tempo, livre, responsável e responsabilizado por suas ações.
Diz Paulo: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido” (Gl 6.7-9). Parece-nos bem claro que o homem tem liberdade para “semear”, ou seja, agir, fazer ou praticar algo, seja certo, ou errado. Assim, pode ser santo ou ímpio. O apóstolo deixa bem patente que o que semear “na carne”, ou seja, de acordo com a natureza carnal, herdada do pecado original, “ceifará corrupção”, isto é, a condenação. Não será salvo. Não porque Deus o predestinou, de modo arbitrário. Mas porque ele semeou.
Por outro lado, se o homem semear “no Espírito”, ou seja, der valor ao relacionamento espiritual com Deus, “ceifará a vida eterna”. Será salvo (Jo 3.16; 5.24). No Apocalipse, lemos: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Ap 3.20; grifo meu). Deus sempre permite um “se”, no seu relacionamento com o homem. Se ele quer viver com Deus, na dimensão terrena, viverá com Deus, na eternidade. Do contrário, se não quer saber de Deus, viverá eternamente longe de sua presença. É uma escolha pessoal. Um direito. E uma grande responsabilidade, com repercussões para toda a eternidade.


1) Vontade Permissiva de Deus

Por que Deus não impede que o homem faça o mal? Por que Deus permite tanta violência? Quando alguém faz o bem, mesmo sem crer em Deus, está sendo teleguiado por Ele? Seriam os homens “fantoches de Deus”, como diz certo escritor? Está em foco o livre-arbítrio concedido por Deus ao homem, para que este faça o que desejar e puder fazê-lo até mesmo o mal. Deus pode impedir o mal. Porém, pela sua vontade permissiva, faculta ao homem escolher entre o bem e o mal. Se não houvesse permissão para o mal, não haveria também liberdade concedida. Seria uma contradição.


2) A Vontade Diretiva de Deus

Quando algo é visto por Deus como uma coisa que deve ser impedida e o deseja impedir, Ele usa sua vontade diretiva: “Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?” (Is 43.13) “E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi, o que abre, e ninguém fecha, e fecha, e ninguém abre” (Ap 3.7).
Há quem se inquiete, e indague: Por que Deus não evita o mal se Ele tem todo o poder? Diante desse dilema, entre a permissão de Deus para a existência do mal, e seu poder para evitá-lo, deve-se considerar que a longanimidade de Deus é a paciência para com os pecadores, dando-lhes oportunidade para o arrependimento. Isso faz parte de sua relação com suas criaturas. Em sua soberania, Ele pode alargar o tempo para que a humanidade tome conhecimento do seu amor, e não só de sua justiça. Não obstante a sua soberania, Ele não age de modo arbitrário sobre os homens, criados à sua imagem, conforme a sua semelhança, para serem dominadores (Gn 1.26).


IV – A SOBERANIA E OS DECRETOS DE DEUS

São também chamados de “O Conselho de Deus”, ou “o Plano de Deus”; ou ainda, “As Obras de Deus”. Refere-se aos propósitos de Deus em relação aos homens, ao universo, e a todas as coisas, e de modo especial, à salvação da humanidade. “Este aspecto pode ser dividido em 1) seus decretos 2) sua providência 3) conservação”.7 Neste tópico, não estudamos a natureza de Deus, em si, mas as suas obras, as suas ações, que constituem os seu plano divino (Ef 1.9; 3.11).


1. EM RELAÇÃO AO UNIVERSO

Segundo Brancroft:

Esse plano compreende todas as coisas que já foram ou serão; suas causas, condições, sucessões e relações, e determina sua realização certa. O Plano de Deus inclui tanto o aspecto eficaz como o aspecto permissivo da vontade de Deus. Todas as coisas estão incluídas no plano de Deus, porém algumas Ele as origina e outras Ele as permite. No aspecto eficaz do plano de Deus incluímos aqueles acontecimentos que Ele resolveu efetuar por meio de causas secundárias ou pela sua própria agência imediata. No aspecto permissivo de Deus, incluímos aqueles acontecimentos que Ele resolveu permitir que fossem efetuados por livres agentes.8

Nessa conceituação, vemos a vontade diretiva (ou decretatória), e a vontade permissiva de Deus.
Concordamos perfeitamente quanto ao decreto divino, em seus aspectos amplo e geral, em relação ao universo e às coisas criadas, bem como aos acontecimentos que ocorrem, seja por vontade diretiva, seja por vontade permissiva de Deus. A Bíblia tem inúmeras referências que corroboram esse entendimento: “Este é o conselho que foi determinado sobre toda esta terra; e esta é a mão que está estendida sobre todas as nações. Porque o Senhor dos Exércitos o determinou; quem pois o invalidará? E a sua mão estendida está; quem, pois, a fará voltar atrás?” (Is 14.26,27) “Para sempre, ó Senhor, a tua palavra permanece no céu. A tua fidelidade estende-se de geração a geração; tu firmaste a terra, e firme permanece. Conforme o que ordenaste, tudo se mantém até hoje; porque todas as coisas te obedecem” (Sl 119.89-91).


2. EM RELAÇÃO ÀS PESSOAS, COMO AGENTES-LIVRES

Neste aspecto, desde muitos séculos, há grandes discussões teológicas sobre a intervenção de Deus na vontade do homem, segundo seu decreto, sobretudo no que tange à salvação. De um lado, há os que crêem firmemente que Deus, em sua soberania, elegeu e predestinou algumas pessoas para serem salvas, e outras, para serem condenadas. Dentre os ensinos teológicos sobre os decretos de Deus em relação aos homens, destacamos os seguintes:

2.1. CALVINISMO — PREDESTINAÇÃO ABSOLUTA

É a doutrina formulada por João Calvino (1509-1564). Teólogo protestante francês, formou-se em filosofia na Universidade de Paris. Estudou direito, mas não se dedicou à vida jurídica. Mudou-se para a Suíça, onde escreveu sua grande obra, Institutas. Sua doutrina defende a idéia da predestinação absoluta, fundamentada na soberania de Deus. O homem nada pode fazer para ser salvo; nem mesmo ter fé, pois nessa interpretação, a fé, a vontade, a decisão, e tudo o que diz respeito à salvação, depende de Deus. Pode ser resumida em cinco pontos:

(1) Total depravação. “O homem natural não tem condição de entender as coisas de Deus; Jamais poderá salvar-se, a menos que Deus lhe infunda a fé. Sua depravação faz parte de sua natureza (Jr 13.23; Rm 3.10-12; 1 Co 2.14; Ef 1.3);”
Segundo essa doutrina, nem a fé para a salvação pode o homem ter; é necessário que Deus lhe conceda.

(2) Eleição incondicional. Ensina que “Deus elegeu somente alguns para serem salvos; Cristo morreu apenas pelos eleitos” (Jo 6.65; At 13.48; Rm 8.29; Ef 1.4,5; 1 Pe 2.8,9);
Esse é um ponto fundamental da doutrina esposada por Calvino. Aceitá-la é concordar que Deus faz discriminação, ou acepção de pessoas; mais crucial ainda é aceitar que Deus elege pessoas para serem salvas, desde o ventre; enquanto predestina a maior parte, irremediavelmente, para a condenação eterna; tais assertivas, não obstante arrimarem-se em referências bíblicas, contrariam o sentido geral da Palavra de Deus, bem como contradizem de forma contundente o caráter de Deus revelado nas Escrituras.

(3) Expiação limitada (ou particular). “A salvação, ainda que para todos só é alcançada pelos eleitos” (Jo 17.6,9,10; At 20.28; Ef 5.25; Tt 3.5).
Se a eleição condicional colide com a idéia de um Deus justo, que não faz acepção de pessoas, a idéia da expiação limitada faz do sacrifício de Cristo uma encenação terrível. Se alguns já nascem, de antemão eleitos, certamente, a Bíblia deveria afirmar que Jesus viera ao mundo para salvar apenas os eleitos.

(4) Graça irresistível. “Para os eleitos, a graça é irresistível. Mesmo que pequem, serão salvos; para os não-eleitos, a graça não lhes alcança; mas agem livremente”.
Um pouco de leitura da Bíblia, confrontando passagens de seu conteúdo nos mostram que a graça de Deus se manifestou a todos os homens e não apenas a um seleto grupo de eleitos, ou predestinados.

(5) Perseverança dos salvos. Segundo Calvino, “o Espírito Santo faz com que os eleitos perseverem. Não são eles que têm a decisão de perseverar. Eles não podem perder a salvação. É impossível um eleito se perder”.Essas são as alegações usadas pelos calvinistas para fundamentar a doutrina da predestinação absoluta.


Strong afirma que os “decretos de Deus podem ser divididos em: relativos à natureza, e aos seres morais. A estes chamamos preordenação, ou predestinação; e destes decretos sobre os seres morais há dois tipos: o decreto da eleição e o da reprovação [...]”9
A visão de Strong é calvinista. Admite que Deus predestina uns para serem salvos, queiram ou não; e outros, para a perdição eterna, queiram ou não. Parece-nos que essa doutrina contraria diversos atributos naturais de Deus, tais como o da justiça, do amor, e da bondade divinos. A Bíblia diz: “Pois o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas” (Dt 10.17). “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas” (At 10.34). “Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas” (Rm 2.11).
O Deus que não faz acepção de pessoas também reprova quem o faz: “Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas” (Tg 2.1). “Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado e sois redargüidos pela lei como transgressores” (Tg 2.9). “E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo também que o Senhor deles e vosso está no céu e que para com ele não há acepção de pessoas” (Ef 6.9). Assim, se Deus não faz acepção de pessoas, não podemos aceitar que alguns já nasçam predestinados para a salvação, e outros, eleitos, já nasçam predestinados para a perdição.
Strong, mesmo defendendo a predestinação, diz que “Nenhum decreto de Deus reza: “Pecarás”. Porque 1) nenhum decreto é dirigido a você; 2) nenhum decreto sobre você diz: “você fará”; 3) Deus não pode fazer pecar, ou decretar fazê-lo. Ele somente decreta criar, e Ele mesmo age, de tal modo que você queira, de sua livre escolha, cometer pecado. Deus determina sobre os seus atos prever qual será o resultado dos atos livres das suas criaturas e, deste modo, determina os resultados” (grifos meus).
Ora, se Deus “não pode fazer pecar”, mas condena pessoas desde o ventre à condenação, elas terão que pecar, para que se cumpra o decreto condenatório. Do contrário, se não pecarem, como serão condenadas? Por outro lado, se as pessoas “de sua livre escolha”, podem cometer ou não, o pecado, não vemos como harmonizar o livre-arbítrio com a doutrina da predestinação. De fato, os que defendem a predestinação absoluta negam que Deus tenha dado livre-arbítrio ao homem. Simplesmente, os homens se comportariam como se fossem marionetes do destino traçado por Deus. Nos parece que a predestinação absoluta equivale ao fatalismo dos árabes, que dizem “maktub”, “está escrito”. Sua aceitação entra em conflito com os atributos morais de Deus, de bondade, amor e justiça. Por mais que os teólogos defensores dessa doutrina argumentem, buscando embasamento bíblico, jamais poderão convencer que Deus discrimina uns em detrimento de outros, com base no caráter de Deus, revelado nas Escrituras Sagradas.


2.2. ARMINIANISMO — A PREDESTINAÇÃO RELATIVA

Doutrina pregada por Jacobus Arminius (1560-1609). Foi sucessor de Calvino, e concluiu que o teólogo francês se equivocara. Sua doutrina também pode ser resumida em cinco pontos:

(1) A predestinação de Deus é condicional (e não absoluta). “Deus escolheu baseado em sua presciência. Qualquer pessoa que crê pode ser salva” (Dt 30.19; Jo 5.40; Tg 1.14; 1 Pe 1.2; Ap 3.20).
Em todos os livros da Bíblia, percebe-se que o relacionamento de Deus com o homem exige condições; se o homem as cumpre, é abençoado; se não as cumpre, é penalizado. Se uns nascessem predestinados para a vida eterna, não adiantaria pregar o evangelho, conforme a Grande Comissão (Mc 16.15,16);

(2) A expiação é universal. “O sacrifício de Jesus foi a benefício de todos os pecadores. Mas só os que crêem nEle serão salvos” (cf. Jo 3.16; 12.32; 17.21; 1 Tm 2.3,4; 1 Jo 2.2);
Os textos bíblicos referenciados são de uma clareza cristalina, quando se referem à expiação; esta é tão profunda que tem efeito presente e até retroativo (Hb 9.15). Diz Paulo sobre Jesus: “Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus” (Rm 3.25; grifos meus).

(3) Livre-arbítrio. “O pecado passou a todos os homens, mas as pessoas podem crer, arrepender-se e a aceitar a Cristo como Salvador” (Is 55.7; Mt 25.41,46; Mc 9.47,48; Rm 14.10,12; 2 Co 5.10).
Como já foi exposto neste capítulo, o livre-arbítrio é condição indispensável para que seja real o fato de o homem ter sido criado conforme a imagem e a semelhança de Deus, pois um ser teleguiado, manipulado por cordões espirituais, não passaria de uma marionete do Criador.

(4) O pecador pode eficazmente rejeitar a graça de Deus. “Deus deseja salvar o pecador, e tudo provê para que ele alcance a salvação. Mas, sendo ele livre, pode rejeitar os apelos da graça” (Lc 18.23; 19.41,42; Ef 4.30; 1 Ts 5.19).
Se não houver essa condição, não existe livre-arbítrio, característica fundamental do ser criado por Deus, conforme comentário no item (3).

(5) Os crentes em Jesus podem cair da graça. Se o crente, uma vez salvo, não vigiar e orar (Mt 26.41), e não buscar a santificação (Hb 12.14; 1 Pe 1.15), poderá cair da graça e perder-se eternamente, se não tiver oportunidade de reconciliar-se com Deus. Por isso, Jesus disse que quem “perseverar até ao fim será salvo” (Mt 10.22; ver também Lc 21.36; Gl 5.4; Hb 6.6; 10.26,27; 2 Pe 2.20-22).

A doutrina arminiana nos parece coerente com o plano de Deus para os homens, como seres livres. Podem aceitar, ou podem rejeitar a graça de Deus. Só sendo livres, é que se justifica a semelhança moral do homem com seu Criador. É também, a única interpretação que se coaduna com o Ser de Deus, e seu caráter, revelado na Bíblia Sagrada. Deus dá liberdade ao homem, dentro dos limites estabelecidos em seu plano divino para toda a humanidade. A soberania de Deus impõe os limites. O livre-arbítrio concedido por Deus implica em responsabilidade do homem perante o Criador. Do contrário, Deus seria um tirano. E o homem seria seu títere.10


3. ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO — UMA ABORDAGEM COMPREENSIVA

Eleição significa “Ato de eleger; escolha, opção, preferência, predileção”.11 A doutrina calvinista entende que Deus elegeu somente um grupo de pessoas, e predestinou-as para serem salvas. É a visão da eleição e da predestinação absolutas. Os arminianos entendem que existe eleição e predestinação, sim, mas no sentido relativo. Esta visão parece-nos mais consentânea com a maneira pela qual Deus exerce sua soberania, ao mesmo tempo em que assegura a liberdade do homem.
A predestinação absoluta esbarra em sério conflito doutrinário e moral. Deus não faz acepção de pessoas, e o Deus que não faz acepção de pessoas também reprova quem o faz: “Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas” (Tg 2.1; grifos meus). “Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado e sois redargüidos pela lei como transgressores” (Tg 2.9; grifos meus); “E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo também que o Senhor deles e vosso está no céu e que para com ele não há acepção de pessoas” (Ef 6.9; grifos meus). Assim, se Deus não faz acepção de pessoas, não podemos aceitar que alguns já nasçam predestinados para a perdição, e outros, eleitos, já nasçam predestinados para a salvação. Tal idéia contradiz o caráter de Deus, revelado nas Escrituras.

3.3. O SIGNIFICADO DA ELEIÇÃO (gr.eklegoe)

Há diversos e variados pontos de vista sobre o tema da eleição. No entanto, evitando as abordagens que levam às contradições entre a soberania de Deus e a liberdade do homem, entendemos que eleição é a “escolha por Deus daqueles que crêem em Cristo”. Diz a Bíblia: “Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.29,30; 9.6-27; 11.5,7,28; Cl 3.12).
Isso nos leva às seguintes conclusões:

(1) Os eleitos, segundo a presciência de Deus, o são na união com Cristo. Deus “nos elegeu nele” (Ef 1.4). Antes de alguém aceitar a Cristo, a eleição não tem qualquer sentido, ou efeito;

(2) Deus nos predestinou para sermos “à imagem de seu Filho”, conhecendo-nos, como eleitos, “dantes”, isto é “antes da fundação do mundo” (Ef 1.4). Essa eleição tem sentido “profético”, só se tornando real, a partir da união com Cristo.

(3) Cristo é o Primeiro (Mt 12.18; 1 Pe 2.4). “Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29). Jesus foi o primogênito em tudo. Foi o “primogênito de toda a criação” (Cl 1.15). “E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência” (Cl 1.18); “o primogênito dos mortos” (Ap 1.5).

(4) “A eleição em Cristo é em primeiro lugar coletiva, i.e., a eleição de um povo (Ef 1.4,5,7,9; 1 Pe 1.1; 2.9). Os eleitos são chamados ‘o seu [Cristo] corpo’ (Ef 1.23; 4.12), ‘minha igreja’ (Mt 16.18), ‘povo adquirido’”12 — eleito ¾ por Deus (1 Pe 2.9; grifo meu). Logo, a eleição é coletiva e abrange o ser humano como indivíduo, somente à medida que este se identifica e se une ao Corpo de Cristo, a Igreja verdadeira (Ef 1.22,23).

(5) O eleito pode perder a salvação. Pode cair da graça, no dizer de Armínio. Precisa perseverar até o fim (Mt 10.22); precisa vigiar e orar (Mt 26.41); precisa buscar a santificação (Hb 12.14; 1 Pe 1.15); ver também Lc 21.36; Gl 5.4; Hb 6.6; 10.26,27; 2 Pe 2.20-22). A salvação só é eterna, se o crente permanecer debaixo da graça de Deus, em comunhão com Jesus.

3.4. O SIGNIFICADO DA PREDESTINAÇÃO (gr. proorizo; lat. praedestinatione)

Predestinação tem o significado de “decidir de antemão”. Em termos bíblicos e teológicos, a predestinação está relacionada à eleição. “A eleição é a escolha feita por Deus,’em Cristo’, de um povo para si mesmo (a Igreja verdadeira). A predestinação abrange o que acontecerá ao povo de Deus (todos os crentes) genuínos em Cristo”.13 Com base na Palavra de Deus, podemos discriminar dez característica dos eleitos em Cristo.

(1) Deus predestina os eleitos a serem:

(a) chamados (Rm 8.30);
(b) justificados (Rm 3.24); 8.30);
(c) glorificados (Rm 8.30);
(d) conformes à imagem do Filho (Rm 8.29);
(e) santos e irrepreensíveis (Ef 1.4);
(f) adotados como filhos (Ef 1.5);
(g) redimidos (Ef 1.7);
(h) participantes da herança, redenção, e louvor de sua glória (Ef 1.14);
(i) participantes do Espírito Santo (Ef 1.13; Gl 3.14);
(j) criados em Cristo Jesus para as boas obras (Ef 2.10).

(2) A predestinação, assim como a eleição, refere-se ao corpo coletivo de Cristo (i.e. a verdadeira igreja), e abrange indivíduos somente quanto inclusos neste corpo mediante a fé viva em Jesus Cristo (Ef 1.5,7,13; cf. At 2.38-41; 16.31)”.14

Ninguém, à luz da Bíblia, pode arrogar-se eleito, ou assim se considerar sem, antes, ter aceitado a Cristo como Salvador, livre e conscientemente. Deus não admitiria alguém fazer parte do Corpo de Cristo sem uma decisão pessoal. Diz a Bíblia: “Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente, sereis meus discípulos” (Jo 8.31; grifo meu). O Mestre se referia aos judeus que criam nele. Para se tornarem discípulos de Jesus, isto é, salvos, teriam de “permanecer” na sua Palavra. Vê-se claramente que a salvação, que implica em eleição, não é um direito adquirido com o nascimento. É um “poder” outorgado (Jo 1.12), a quem aceita as condições exigidas na Palavra de Deus.


3.5. PRESCIÊNCIA E PREDESTINAÇÃO

Deus já sabe quem vai ser salvo e quem vai ser perdido. Mas Ele fez os homens à sua imagem e semelhança, o que inclui, certamente, a faculdade de fazer ou deixar de fazer, ou seja, o livre-arbítrio. Chafer (note-se que ele é um teólogo calvinista), afirma que

Com relação à onisciência de Deus e as ações livres dos homens (ações contingentes, não ordenadas), vê-se que Deus os torna responsáveis pelos seus atos, e tais ações são pré-conhecidas por Ele. Se Deus for ignorante das ações futuras dos livres-agentes, não poderá haver um controle divino seguro do destino humano como garantido em cada pacto incondicional que Deus fez, e como garantido em cada profecia das Escrituras [...] A presciência divina não compele; ela meramente sabe qual será a escolha humana15 (grifo meu).

Com base nesse entendimento, poder-se-ia dizer que não é necessário Deus prever nada, pois todas as coisas acontecem diante dEle como num momento, num “eterno agora”. Diz ainda Strong que a “presciência não é em si mesmo causativa. Não dever ser confundida com a vontade pré-determinante de Deus. As ações livres não ocorrem porque são previstas, mas são previstas porque ocorrem”16 (grifo meu). Esta última citação nos dá uma idéia de como melhor podemos entender o conflito entre a presciência de Deus e a liberdade do homem em agir.
Strong afirma que

O fato de que nada há na condição presente das coisas a partir das quais as ações futuras das criaturas livres necessariamente se seguem por lei natural, não impede Deus de prever tais ações porque seu conhecimento não é mediato, mas imediato. Ele não só conhece antecipadamente os motivos que ocasionarão os atos dos homens, mas diretamente conhece os próprios atos.17

Num confronto entre as duas posições doutrinárias, a arminiana e a calvinista, ressalta-se o problema da eleição:

Ela tem sido apresentada de maneira tão extremista que faz parecer que os eleitos serão inevitavelmente salvos, sem levar em conta sua resposta ao evangelho e seu estilo de vida. Por outro lado, os escolhidos para se perderem padecerão eternamente, não obstante qualquer empenho em aproximar-se de Deus mediante a fé em Cristo.18

Em resposta à pergunta “O que é eleição?”, Thiessen diz que, no seu sentido redentivo, eleição é “o ato soberano de Deus, pela graça, através da qual Ele escolheu em Cristo Jesus, para salvação, todos aqueles que previu que o aceitariam”.19 Sobre presciência, acentua:

Devemos distinguir claramente entre a presciência de Deus e a sua predestinação. Não é certo dizer que Deus previu todas as coisas porque arbitrariamente decidiu fazer com que elas ocorressem. Deus, em sua presciência, vê os eventos futuros praticamente como vemos os passados [...] Os que foram escolhidos são aqueles que estavam em Cristo, pela sua presciência, Deus já os viu ali quando fez a escolha [...] Ele não determinou quem deveria achar-se ali, mas simplesmente os viu ali em Cristo ao elegê-los [...] Em ponto algum a Bíblia ensina que alguns são predestinados à condenação. Isto seria desnecessário, desde que todos são pecadores e estão a caminho da condenação eterna (cf. Ef 2.1-3; 12).20

Diante da controvérsia, Myer Pearlman propõe um equilíbrio na análise do assunto. Ele afirma que:



As respectivas posições fundamentais, tanto do calvinismo, como do arminianismo, são ensinadas nas escrituras. O calvinismo exalta a graça de Deus como a única fonte de salvação ¾ e assim faz a Bíblia; o arminianismo acentua a livre vontade e responsabilidade do homem ¾ e assim o faz a Bíblia. A solução prática consiste em evitar os extremos anti-bíblicos de um e de outro ponto de vista, e em evitar colocar uma idéia em aberto antagonismo com a outra [...] dar ênfase demasiada à soberania da graça de Deus na salvação pode conduzir a uma vida descuidada, porque se a pessoa é ensinada a crer que conduta e atitude nada têm a ver com sua salvação, pode tornar-se negligente. Por outra parte, ênfase demasiada sobre a livre vontade e responsabilidade do homem, como reação ao calvinismo, pode trazer as pessoas sob o jugo do legalismo e despojá-las de toda a confiança de sua salvação.21

De fato, o crente fiel não cai da graça de Deus, como dizem os calvinistas, mas “se” perseverar em obediência e santidade (Hb 3.12-14;12.14); o homem é depravado, mas, se aceitar a Cristo, é nova criatura (2 Co 5.17). A “eleição incondicional” só pode ser uma interpretação equivocada, mesmo baseando-se em textos bíblico, pois Deus não faz acepção de pessoas. O problema é que os calvinistas não admitem o livre arbítrio. Mas, sem essa condição, o homem não poderia ser imagem e semelhança de Deus.
Quanto ao arminianos, seus pontos fundamentais são aceitáveis, mas não podem ser levados ao extremo. Não é somente pelo livre-arbítrio ou pela responsabilidade pessoal que alguém pode ser salvo. Entendemos que as duas interpretações podem servir de subsídio para a doutrina da salvação, mas sem as afirmações dogmáticas, levadas ao extremo. Na salvação, tem-se a mão de Deus, por intermédio de Cristo, vindo ao encontro do homem pecador, por seu amor e sua misericórdia. Quando o homem perdido reconhece seus pecados, e sua condição de miserável espiritual, e aceita a mão de Deus em seu favor, é salvo. No entanto, quando o perdido prefere rejeitar a mão de Deus, e opta pela mão do Diabo, está perdido, e assim ficará até à morte.
Corroborando esse entendimento, vemos o que diz o Senhor, por meio do profeta Ezequiel: “Quando eu também disser ao ímpio: Certamente morrerás; se ele se converter do seu pecado e fizer juízo e justiça, restituindo esse ímpio o penhor, pagando o furtado, andando nos estatutos da vida e não praticando iniqüidade, certamente viverá, não morrerá. De todos os seus pecados com que pecou não se fará memória contra ele; juízo e justiça fez, certamente viverá” (Ez 33.14-16; grifos meus). Aí, nesse texto tão incisivo, vê-se que “o ímpio”, ou seja, o perdido, o depravado, o miserável pecador, quando ouve a advertência de Deus, por meio de sua Palavra, do evangelho de Cristo, na Nova Aliança, e se arrepende, (“e se converter”, passando a andar “nos estatutos da vida”, que é a Palavra de Deus), diz o Senhor: “Certamente viverá”, isto é, será salvo. Não se pode inferir do texto qualquer conotação de que esse “ímpio” seria um “eleito”, ou “predestinado”. É ímpio mesmo! Note-se também que não é Deus quem o converte, por sua “graça irresistível”, mas é ele próprio quem, advertido por Deus, deve “se converter do seu pecado”, e passar a andar “nos estatutos da vida”. Fazendo ele isso “certamente viverá”.
Segundo Horton se a graça de Deus é irresistível, como enfatizou Calvino,

os incrédulos pereceriam, não por não quererem corresponder, mas por não poderem. A graça de Deus não seria eficaz para eles. Nesse caso, Deus pareceria mais um soberano caprichoso que brinca com seus súditos que um Deus de amor e graça. Sua promessa: “todo aquele que quer” seria uma brincadeira de inigualável crueldade, pois Ele é quem estaria brincando. Mas o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo não brinca conosco22 (grifos meus).

“Entendemos que a interpretação arminiana é a mais consentânea com o caráter de Deus, que é ao mesmo tempo justo, soberano, bom, e que não faz acepção de pessoas”.23
É indiscutível, à luz da Bíblia, a soberania de Deus. Por outro lado, também é indiscutível à luz das Escrituras, que o homem recebeu de Deus o livre-arbítrio, para que seja responsabilizado por seus atos. Ao longo da História, observa-se que a maioria das pessoas não querem encurvar-se ante a soberania de Deus. Muitos vêem Deus como um ser distante, que criou todas as coisas, mas não se importa com suas criaturas. São os deístas. Outros, guiados pela cegueira espiritual, desacreditam na existência de Deus. São os ateístas. Por fim, há os que, em minoria, aceitam as verdades emanadas da Palavra de Deus, e não somente crêem nEle, como o adoram, e o servem “em espírito e em verdade” (Jo 4.24). São os teístas. A crença em Deus, pelos méritos de Jesus Cristo, é o único meio para que o ser humano chegue à eternidade, com a bênção da salvação. Os que o aceitam, são salvos. Os que o rejeitam, estão condenados (Jo 3.18,19). Deus não faz acepção de pessoas. Sua salvação é oferecida a todos (Jo 3.16), mas só é alcançada pelos que crêem em Jesus Cristo e o aceitam como salvador.

Alfabeto Cristão



Amar a Deus sobre todas as coisas.

Buscá-lo de todo coração.

Clamar e orar pelo próximo.

Devolver os dízimos para a obra do Senhor.

Estar sempre em comunhão com Deus.

Fugir das impurezas e idolatrias.

Guardar os sagrados mandamentos.

Hinos de louvores cantarás ao Senhor.

Ir freqüentemente à igreja.

Jejuar e orar para se santificar.

Ler sempre a Bíblia.

Meditar nos preceitos de Deus.

Não temer; crêr somente.

Orar e vigiar sem cessar.

Pregar o evangelho à toda criatura.

Quando julgar, julgue com inteligência e entendimento.

Render graças ao Senhor em todas as ocasiões.

Servir ao Senhor com amor.

Torna-se padrão de boas obras.

Ungir os doentes em nome do Senhor.

Viver pela fé.

Xeretar e xingar, nem pensar.

Zelar pelas coisas de Deus.



AS DUAS IGREJAS


Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;
1º Pe. 2 9

A Palavra de Deus é maravilhosa, e é ela que nos dá entendimento e nos ensina qual o verdadeiro caminho para uma vida santa, justa e agradável a Deus.
Hoje estamos vivendo tempos difíceis no meio evangélico.
Há Muitas misturas que estão prejudicando os crentes de ter uma comunhão ímtima com Deus.

Mas como a bíblia é a palavra de Deus , fiel e verdadeira, ela nos ensina que há duas igrejas:
A Espiritual; é estritamente espiritual porque foi gerada pelo próprio Espírito de Deus, estando sujeita exclusivamente às orientações Divinas. essa Igreja, criada pelo Senhor Jesus, compõe um único Corpo, cuja Cabeça é o próprio Deus, na Pessoa do Senhor Jesus Cristo.

À Terrena; Já a segunda é uma instituição terrena, com doutrinas próprias, estando, sobretudo, sujeita às leis humanas.

É claro que a Igreja Espiritual está inserida na Igreja Física, e, enquanto esta é enorme e doente, a Espiritual é pequena, mas saudável.

A igreja que nasce da vontade de Deus, evidentemente só vai desejar as coisas do Espírito, com os desejos para Deus. Gl. 4: 22 a 26. Porque a igreja nasce da vontade da carne? Porque mesmo o homem recebendo a promessa de Deus, ele não espera o tempo de Deus. E quer fazer a obra no seu próprio tempo. Portanto Deus não opera, mas sim a carne.Gn. 15: 1 a 6; Gn. 16: 1 a 3.

ESAÚ E JACO: Outros dois personagens Bíblicos que simbolizam bem as duas igrejas Esaú e Jacó. Um a igreja que só pensa nas coisas da terra, e o outro só nas coisas de cima. Podemos ver que Esaú era o dono da benção, pois ele era o primogênito. Mas trocou a benção por um prato de comida. Ou seja a igreja esta trocando as bênçãos celestiais, por pratos que o diabo oferece através do mundo. Hb.2: 16; Gn. 25: 27 a 34; Gl.3: 1 a 3.
A marca desta igreja é trocar as coisas de Deus pelos envolvimentos com o mundo. I Jõ. 2: 15; I Jõ. 4: 1a6; I Jõ 5: 19. Já a igreja celestial, as suas marcas e os seus sinais são de uma igreja que não troca às coisas de Deus por nada. Acontecem coisas nela, que só acontece quando Deus está presente. Porque Deus atua em dimensão Espiritual. E esta igreja vive em dimensão espiritual lutando com Deus para receber o poder de Deus. Gn. 32: 22 a 30; Cl. 3: 1; Lc. 24: 48, 49.


JOSÉ E SEUS IRMÃOS: Neste episódio, também temos o exemplo de duas igrejas. José recebia as revelações de Deus, seus irmãos não e eles tinham inveja medo de que Jose recebesse a herança de Deus. Por isso queriam mata-lo. Gn. 37: 3 a 33.
SAUL E DAVI: A vida de SAUL nos mostra uma igreja que foi escolhida, ou feita, ou se transformou em uma igreja para agradar os homens. I Sm. 8: 1 a 8. Ainda que esta igreja escolhida ou feita para agradar os homens Deus coloca o Seu Espírito para dirigi-la. I Sm. 10: 1 e 6, 7.
O fato de ela agradar aos homens é certo que mais cedo ou mais tarde ela vai rejeitar a direção do Espírito Santo. Pois o Espírito Santo não busca agradar as pessoas, pois a obra dEle na igreja é levar a igreja a testificar a Jesus, quer agrade os homens ou não.I Sm. 13: 8 a 14; Tg: 4, 5.
Diferente é DAVI, neste estudo ele representa uma igreja segundo o coração de Deus. Igreja que nasce para agradar a Deus. I Sm.13: 14; At.13: 22. Uma igreja que antes de se formar no reino físico, já derrotou os inimigos. I Sm. 17: 34, 35. A igreja que já é vitoriosa antes de se formar no reino físico. Quando estiver atuando ela vai com certeza testemunhar o Poder de Deus na Terra. I Sm.17: 38 a 51; Lc. 10: 19, 20; Mt. 16: 18, 19.


MARTA E MARIA:
Deus tem chamado a igreja nos últimos tempos, para tomar a posição de Maria, estar aos pés dEle. Depender totalmente dele.
Muitos estão preocupados em fazer muitas coisas para agradar os homens. Para agradar a sociedade, e até mesmo para agradar a Deus, mas no seu conhecimento humano. Mas somente uma coisa é necessária: Estar aos pés do Senhor Jesus. Lc. 10: 38 a 42.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

MISSIONÁRIO DANIEL BERG.



Daniel Berg;
Conheça um pouco da história de um dos fundadores das Assembléias de Deus no Brasil



Daniel Hogberg, conhecido no Brasil como Daniel Berg, nasceu em 19 de abril de 1884, na pequena cidade de Vargon, na Suécia, ás margens do lago de Vernern.
Quando recém-nascido, o padre da cidade visitou inúmeras vezes a casa de seus pais para convence-los a batizá-lo, mas nada conseguiu. Por isso, desde criança, Daniel era mal visto pelo padre, que, desprestigiado, passou a dizer que a criança que não fosse batizada por ele jamais sairia de Vargon. “já naquele tempo pude observar a desvantagem e o perigo de um povo ter uma fé dirigida, sem liberdade. Religião que dominava minha cidadezinha e a redores impossibilitava as almas de terem um encontro com Deus” , conta o pioneiro em suas memórias.
Quando o evangelho começou a entrar nos lares de Vargon, seus pais, Gustav Vernern Hogberg e Fredrika Hogberg, o receberam e engessaram na igreja Batista. Logo procuraram educar o filho segundo os princípios cristãos. Em 1899, Daniel converteu-se e foi batizado nas águas.
Em 1902, aos 18 anos, pouco antes do início da primavera, deixou seu país. Embarcou a 5 de março de 1902, no porto báltico de Gothemburgo, no navio M. S. Romeu, com destino aos Estados Unidos. “Como tantos outros haviam feito antes de mim”, frisava. O motivo a grande depressão financeira que dominava a Suécia naquele ano.
Em 25 de março de1902, Daniel desembarcou em Boston. No Novo Mundo, sonhava, como tantos outros de sua época em realizar –se profissionalmente. Mas Deus tinha um plano diferente e especial para sua vida.
De Boston, viajou para Providence, Rhode Island, para se encontrar com amigos suecos, que lhes conseguiram um emprego numa fazenda. Permaneceu nos Estados Unidos por sete anos, onde se especializou como fundidor. Com saudades do lar, retornou à cidade natal, onde o tempo parecia parado. Nada havia se modificado, Só seu melhor amigo, companheiro de infância, não morava mais ali. “vive em uma cidade próxima, onde prega o evangelho”, explicou sua mãe.
Logo chegou ao seu conhecimento que seu amigo recebera o batismo no Espírito Santo, coisa nova para sua família. A mãe do amigo insistiu para que Daniel o visitasse. Aceitou o convite. No caminho, estudou as passagens bíblicas onde se baseava a “nova doutrina”. Chegando à igreja do amigo, encontrou-o pregando. Sentou e prestou atenção na mensagem. Após o culto conversaram longamente sobre a nova doutrina. Daniel demonstrou ser favorável. Em seguida, despediu-se e partiu, sua intenção não era permanente na Suécia, mas retornar à América, do Norte.
Em 1909, após despedir-se dos pais, em meio à viagem de retorno aos Estados Unidos, Daniel orou com insistência a Deus, pedindo o batismo no Espírito Santo. Como não estava preocupado como da primeira vez, posto que já conhecia os EUA, canalizou toda sua atenção à sua busca da benção. Ao aproximar-se das do continente norte-americano, sua oração foi respondida.
A partir de então, sua vida mudou. Daniel passou a pregar mais a Palavra de Deus e a contar testemunho a todos.
Ainda em 1909, por ocasião de uma conferência em Chicago, Daniel encontrou-se com o pastor batista Gunnar Vingren, que também fora batizado no Espírito Santo. Os dois conversaram horas sobre as convicções que tinham uma chamada missionária. Quanto mais dialogavam, mais suas chamadas eram fortalecidas.
Quando Vingren estava em South Bend, Daniel Berg estava trabalhando numa quitanda em Chicago, quando o Espírito Santo mandou que se mudasse para South Bend. Berg abandonou seu emprego e foi até lá, onde encontrou Vingren pastoreando a Igreja Batista dali. “Irmão Gunnar, Jesus ordenou-me que eu viesse me encontrar com o irmão para juntos louvarmos o seu Nome”, disse Berg. “Esta bem!”, respondeu Vingren com singeleza. Passaram, então, a encontrarem-se diariamente para estudar as Escrituras e orar juntos, esperando uma orientação de Deus.
Após a revelação divina dada ao irmão Olof Uldin de que o lugar para onde deveriam ir era o Pará, no Brasil, Daniel Berg, contra a vontade dos seus patrões, abandonou o emprego. Eles argumentaram: “Aqui você pode pregar o evangelho também, Daniel; não precisa sair de Chicago”. Mas ele estava convicto da chamada não voltou atrás.
Ao se despedir, Berg recebeu de seu patrão uma bolacha e uma banana. Essa era uma tradição antiga nos Estados Unidos. Simbolizava o desejo de que jamais faltasse alimento para pessoa que recebesse a oferta. Esse gesto serviu de consolo para Berg, que em seguida partiu com Vingren para Nova York, e de lá para o Brasil em um navio.
No Pará, Daniel, que logo se empregou como caldeireiro e fundidor na companhia Port of Pará, recebendo salário de doze mil reis, passou a custear as aulas de português ministradas a Vingren por um professor particular. No fim do dia, Vingren ensinava o que aprendera a Daniel. Justamente por isso Berg nunca aprendeu bem a língua portuguesa. O dinheiro que sobrava era usado na compra de Bíblias.
Tão logo começou a se fazer entender na língua portuguesa, passou a evangelizar nas cidades e vilas ao longo da estrada de ferro Belém-Bragança, enquanto Vingren cuidava do trabalho recém-nascido na capital. Como o evangelho era desconhecido no interior do Pará, Berg se tornou o pioneiro da evangelização na região. É que as igrejas evangélicas existentes na época não tinham recursos suficientes para promover a evangelização no interior.
Após a evangelização de Bragança, tornou também o pioneiro na evangelização na Ilha de Marajó, onde peregrinou por muitos anos, abordos de pequenas e grandes canoas. Berg ia de ilha em ilha, levando a mensagem bíblica aos pequenos grupos evangélicos que iam se formando por onde passavam.
No início de 1920, Daniel visitou a Suécia onde se enamorou com a jovem sara, com quem se casou, em julho daquele ano. Em março de 1921, retornou ao Brasil acompanhado com sua esposa.
Em 1927, o casal Berg mudou-se para São Paulo, onde Daniel continuou fazendo o seu trabalho de evangelismo.
Daniel Berg sempre foi muito humilde e simples. Em sua pregações e diálogos sempre demonstrou essas virtudes. Ninguém o via irritado ou desanimado. Sempre que surgia algum problema, estas eram suas palavras: “Jesus é bom. Ele salva, batiza no Espírito Santo e cura os enfermos. Ele faz tudo por nós. Glória a Jesus! Aleluia!”.
No Ano de Ouro das Assembléias de Deus no Brasil, comemorado em Belém, Berg estava lá, inalterado, enquanto os irmãos faziam referência à sua atuação no início da obra. Para ele, a glória era única e exclusivamente para Jesus. Berg considerava-se apenas um instrumento de Deus.
Nas comemorações do Jubileu no Rio de Janeiro, no maracanãzinho, quando o pastor Paulo Leivas Macalão colocou em sua lapela uma medalha de ouro, Berg externou visivelmente em seu rosto a idéia de que não merecia tal honra.
Até 1960, Berg recebeu, diretamente de Deus, a cura de suas enfermidades mediante a oração da fé. Em 1963, foi hospitalizado na Suécia. Mesmo assim, ainda trabalhando para o Senhor. Ele saia da enfermaria para distribuir folhetos e orar pelos que se decidiam. A disciplina interna do hospital não lhe permitia fazer aquilo, por isso uma enfermeira foi designada para impor-lhe a proibição. Porém, ao deparar-se com o homem de Deus alquebrado pelo peso dos anos, mas vigoroso em sua tarefa espiritual, não teve coragem e desistiu da tarefa. Berg, então, continuou a oferecer literaturas.
Finalmente, em 1963, aos 79 anos, Daniel Berg passou a descansar nas moradas celestiais. Quando a morte chegou, encontrou-o sorridente e feliz. Ele então não temeu. Seu tesouro estava guardado.

Cristo e os Apóstolos; Exemplos de missões.

O Povo de Deus tem esta missão, poder e autoridade do Senhor Jesus para; proclamar o evangelho de Cristo para todo mundo.
Temos uma missão autorizada e ordenada por Jesus.
Mateus: 28 18 a 20
18 19 ) a grande responsabilidade da tarefa da Igreja (ir e ensinar)
O que precisamos para sermos verdadeiros missionários?
1º viver a palavra (João: 8 31).
2º Cumprir a palavra (Tiago: 1; 22 a 25.)
Como missionários de Cristo, ter bons testemunho.
(Rm; 13 13 ) (2º cor: 8 21)

Recebendo a recompensa pelo trabalho.
Sl।58: 11 há uma recompensa mt. 5. 12 é grande o garladão.

Cuidados Espirituais do Pregador




A leitura Bíblica diária é um dos hábitos que precisamos cultivar, devemos nos alimentar da Palavra de Deus, assim como nos alimentamos fisicamente todos os dias। Envolvido nos cuidados espirituais que precisamos ter, está implícito o habito da oração, na vida ministerial não pode faltar lugar e nem tempo para a oração, a oração nos coloca mais próximos de nosso Deus


BÍBLIA X CELULAR

Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?!
E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório...?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
Mais uma coisa: Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela 'pega' em qualquer lugar. Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida. Pense nisso!!!